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Logitech apresenta o MX Vertical, um curioso mouse sem fio ergonômico

MeioBit - Wed, 22/08/2018 - 09:30

A Logitech é uma das melhores fabricantes de acessórios e periféricos do mercado, e vira e mexe apresenta ideias interessantes para resolver problemas cotidianos. Recentemente a empresa apresentou um mousepad com carregamento sem fio e receptor, que permite a mouses compatíveis serem constantemente recarregados e ainda reduzir o delay entre um comando e a resposta na tela. Parece besteira, mas esse é o maior motivo que leva à Glorious PC Gamer Master Race a nunca abrir mão de mouses com fio.

Agora o Logitech resolveu trabalhar em prol do conforto de seus consumidores. Através de uma pesquisa, a companhia constatou que 57% dos usuários de PC sofrem de desconforto ao utilizar suas estações de trabalho ou lazer, enquanto outros 12% reclamam de dores diárias; entre as causas estão cadeiras inadequadas e teclados e mouses nada confortáveis.

É onde entra o MX Vertical, o mais novo e curioso mouse sem fio da Logitech: os botões do acessório foram posicionados em pé, em um ângulo de 57º para oferecer uma pegada mais natural, reduzindo a pressão no pulso, a tensão no antebraço e a atividade muscular em até 10%, quando comparado com modelos tradicionais.

O mouse diferentão possui recursos básicos presente em outros acessórios de ponta: ele conta com um sensor de alta precisão de até 4.000 DPI, facilmente configurável para quando você precisar de movimentos grandes ou delicados, além das tecnologias proprietárias Easy-Switch e Flow; com elas é possível alternar o uso entre dois PCs e transferir arquivos entre eles, apenas com um botão.

A autonomia da bateria recarregável é de até quatro meses segundo a Logitech, e um modo de emergência que injeta uma carga de três horas em apenas um minuto, caso você fique sem energia em um momento crítico. Claro, você pode utiliza-lo conectado via cabo USB se desejar.

O Logitech Vertical MX chegará às lojas dos Estados Unidos em setembro, pelo preço sugerido de US$ 99,99 (R$ 404,94 em valores de hoje, 22/08/2018). Não há previsão de lançamento no Brasil, mas quando (ou se) isso acontecer ele não será nada barato.

Com informações: Logitech, The Verge.

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Adobe Issues Emergency Patches for Critical Flaws in Photoshop CC

THN - Wed, 22/08/2018 - 08:45
Adobe released an out-of-band security update earlier today to address two critical remote code execution vulnerabilities impacting Adobe Photoshop CC for Microsoft Windows and Apple macOS machines. According to the security advisory published Wednesday by Adobe, its Photoshop CC software is vulnerable to two critical memory corruption vulnerabilities, which could allow a remote attacker to

ReCore e outros jogos da Microsoft chegarão ao Steam

MeioBit - Wed, 22/08/2018 - 08:27

A partir de um determinado momento da atual geração a Microsoft adotou duas políticas muitos bacanas: lançar para PC todos os seus exclusivos e permitir que com uma compra tivéssemos acesso a um mesmo jogo tanto nos computadores quanto no Xbox One.

O problema dessas estratégias é que vários jogos publicados pela Gigante de Redmond acabaram sendo disponibilizados apenas pela loja digital da empresa e para aqueles jogadores que se negam a comprar qualquer coisa que não esteja disponível no Steam, a exclusividade tem sido um tormento. A boa notícia é que em relação a cinco desses jogos, suas aparições no serviço de distribuição da Valve está perto de acontecer.

Ainda sem uma data definida para esses lançamentos, o que sabemos e que poderemos comprar pelo Steam o ReCore: Definitive Edition, o Super Lucky’s Tale, o Zoo Tycoon: Ultimate Animal Collection, o Disneyland Adventures e o Rush: A Disney-Pixar Adventure. Isso será possível graças a uma parceria entre a Microsoft e a THQ Nordic, empresa que ficará responsável pela publicação tanto física quanto digital de tais jogos.

Destes, acho que o grande destaque é mesmo o ReCore. Desenvolvido pela Comcept e pela Armature Studio, o jogo contou com a participação de Keiji Inafune na sua produção e após um lançamento bastante problemático, encontrou sua redenção com a Versão Definitiva. Com ela o jogo recebeu diversas melhorias, como gráficos mais bonitos, várias dungeons inéditas, novas áreas para serem exploradas e bastante conteúdo para a história.

Recentemente eu comecei a jogar o ReCore no Xbox One e apesar de ter achado o jogo muito bonito e a sua premissa bem interessante, larguei-o após poucas horas. Eu não sei dizer ao certo o motivo, mas o fato é que ele não conseguiu me prender e espero lhe dar outra oportunidade em breve. Algo me diz que existe qualidade ali, eu só preciso encará-lo noutro momento.

Outro que considero muito interessante é o Zoo Tycoon: Ultimate Animal Collection, jogo que como o próprio nome sugere nos coloca para gerenciar um zoológico. Eu também recomendo ficar de olho no Super Lucky’s Tale, um interessante jogo de plataforma que lembra muito aqueles que viviam sendo lançados para o Nintendo 64 e o PlayStation, como Banjo Kazooie e Spyro the Dragon, e que deverá se tornar bem mais popular agora.

Infelizmente nada foi dito ainda sobre o preço que será cobrado por esses títulos e outra grande dúvida é se os demais jogos da Microsoft poderão fazer o mesmo caminho, como por exemplo o State of Decay 2 e Sea of Thieves. No entanto, acho que o que a maioria gostaria mesmo era de ver os pesos pesados da empresa chegarem ao Steam, como por exemplo o Gears of War 4, o Forza Motorsport 7 e o Forza Horizon 3, mas eu não teria muita esperança disso acontecer.

Fonte: Gematsu.

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Critical Flaws in Ghostscript Could Leave Many Systems at Risk of Hacking

THN - Wed, 22/08/2018 - 05:27
Google Project Zero's security researcher has discovered a critical remote code execution (RCE) vulnerability in Ghostscript—an open source interpreter for Adobe Systems' PostScript and PDF page description languages. Written entirely in C, Ghostscript is a package of software that runs on different platforms, including Windows, macOS, and a wide variety of Unix systems, offering software the

Dark Tequila Banking Malware Uncovered After 5 Years of Activity

THN - Tue, 21/08/2018 - 12:37
Security researchers at Kaspersky Labs have uncovered a new, complex malware campaign that has been targeting customers of several Mexican banking institutions since at least 2013. Dubbed Dark Tequila, the campaign delivers an advanced keylogger malware that managed to stay under the radar for five years due to its highly targeted nature and a few evasion techniques. Dark Tequila has

Google Sued Over Misleading Users About Location Tracking Feature

THN - Tue, 21/08/2018 - 07:34
Google was in the news last week for a misleading claim that "with Location History off, the places you go are no longer stored," which is not true. Now, the search engine giant is once again in the news after a San Diego man has filed the first lawsuit against Google over this issue. Last week, the Associated Press investigation revealed that the search engine giant tracks movements of

Microsoft Detects More Russian Cyber Attacks Ahead of Mid-Term Election

THN - Tue, 21/08/2018 - 05:29
Microsoft claims to have uncovered another new Russian hacking attempts targeting United States' Senate and conservative think tanks ahead of the 2018 midterm elections. The tech giant said Tuesday that the APT28 hacking group—also known as Strontium, Fancy Bear, Sofacy, Sednit, and Pawn Storm, which is believed to be tied to the Russian government—created at least six fake websites related

O jovem Spock de Star Trek: Discovery é o ator Ethan Peck (neto do Gregory)

MeioBit - Thu, 16/08/2018 - 08:44

Finalmente o mistério de Star Trek: Discovery foi revelado, e o ator Ethan Peck foi confirmado como o jovem Sr. Spock, na série que se passa uma década antes dos eventos da série original de Jornada nas Estrelas. Bem pouco conhecido, o ator tem um sobrenome bem famoso na indústria do entretenimento, o grande Gregory Peck, uma verdadeira lenda de Hollywood.

Infelizmente não dá pra ficar muito animado, pois segundo o IMDB, a participação do ator na série a princípio está prevista para o piloto da segunda temporada, quando será oficialmente apresentado junto com o Capitão Pike de Anson Mount (e sua segunda em comando) e para o último episódio, pois como já vimos no último e frenético trailer, o irmão de Michael Burnham está em apuros, o que certamente vai proporcionar muitos momentos de uma espécie de nova reedição do clássico A Procura de Spock em Star Trek: Discovery.

Ethan interpretou o personagem Kelso de Ashton Kutcher com 13 anos em That 70’s Show, teve um papel no filme O Aprendiz de Feiticeiro e foi Patrick Verona em 10 Coisas que Eu Odeio em Você, mas depois disso, muitos trabalhos e nada muito notável. Ah, ele também fez a voz de Thorne no game Halo 4, mas dessa vez caprichou, pois ao viver Spock em Discovery, ele entra definitivamente na história de uma das sagas mais importantes da cultura pop e da ficção científica.

Será que foi uma boa escolha? Nas palavras de Alex Kurzman, showrunner da segunda temporada da série: “Através de 52 anos de televisão e cinema, um universo paralelo e um universo espelho, o Sr. Spock ainda é o único membro da ponte de comando original a cobrir todas as eras de Star Trek. O grande Leonard Nimoy, agora o brilhante Zachary Quinto, trouxeram uma humanidade incomparável para o personagem para sempre dividido entre a lógica e a emoção.

Procuramos por meses um ator que pudesse, como eles, trazer sua própria interpretação ao papel. Um ator que, como eles, conseguisse passar sem esforço as melhores qualidades de Spock, além da óbvia lógica: empatia, intuição, compaixão, confusão e desejo. Ethan Peck entrou na sala personificando estas qualidades, com consciência da sua grande responsabilidade com Leonard, Zack e os fãs, e pronto para enfrentar o desafio de proteger e expandir o legado de Spock. Neste espírito, estamos muito animados em lhe dar as boas-vindas na família.” Após essas palavras do showrunner, impossível não sentir muitas saudades do Nimoy…

Desde o último trailer, eu estou oficialmente animado para esta nova temporada de Discovery, e vocês?

Leia o anúncio oficial sobre a escolha do ator Ethan Peck para ser o jovem Spock no site Star Trek.

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Para o GOG, streaming é uma nova camada de DRM

MeioBit - Thu, 16/08/2018 - 08:29

Enquanto muitas desenvolvedoras e editoras lutavam para incluir os mais absurdos sistemas de proteção contra pirataria em suas criações, o GOG (na época ainda Good Old Game) surgiu com uma proposta surpreendente: vender jogos mais antigos e que eram livres de DRM. O tempo passou, a loja começou a oferecer títulos modernos, mas aquela política de não incomodar os compradores permaneceu.

Eis que numa entrevista ao site GamesIndustry, o responsável pela parte de comunicação da loja deu um interessante ponto de vista sobre os serviços de streaming de jogos. Veja:

Nós não vemos isso como uma coisa que dominará a distribuição de jogos,” afirmou Lukasz Kukawski. “A nossa posição em relação a distribuição digital é que você tenha o jogo porque ele é livre de DRM e para muitos jogadores isso é muito importante. Com o streaming existe outra camada [de DRM]. Você já possui jogos com DRM, então isso é mais como uma forma de licenciamento do que possuí-los. E o streaming é mais como um aluguel, então trata-se de outra camada nesta discussão em andamento.

 

Ele terá o seu mercado, porque é um conceito legal jogar no seu Macbook Air, que na verdade não é uma plataforma para jogos, mas eu acredito que os jogadores hardcore ou mais avançados continuarão querendo ter os seus jogos. Eles montam coleções em seus serviços [de distribuição] e se você é um jogador super hardcore e conta os frames por segundo nos games, o delay que existe no streaming estará sempre por lá.

Por mais que eu seja alguém que sempre defenderá a popularização dos jogos por streaming, confesso que nunca tinha pensando neles como uma nova forma de DRM. O detalhe é que se olharmos para o assunto pelo lado das empresas, entregar jogos desta maneira seria ótimo, já que assim a pirataria seria praticamente eliminada.

Já como consumidor, acho que o streaming funcionar como um DRM ainda é o menor dos problemas. Quando um serviço pode apresentar demora na resposta aos comandos, uma taxa de atualização de frames longe do ideal e até mesmo impedir a jogatina simplesmente porque a conexão se perdeu, é fácil perceber porque ele funcionar como um sistema antipirataria não chega a incomodar tanto.

Além disso, depois de termos passado até por DRMs que limitavam o número de instalação dos jogos, será que devemos nos preocupar com a maneira como o streaming lidará com isso?

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Media Create — remaster de Yakuza 3 esfaqueia Splatoon 2 (no Japão, 32ª semana)

MeioBit - Wed, 15/08/2018 - 20:58

O mês de agosto no Japão tem sido bem movimentado. Se na primeira semana tivemos o lançamento de WarioWare Gold e Etrian Odyssey X para o velho e bom Nintendo 3DS, Pro Yakyuu Famista Climax (ou Pro Baseball Famista Evolution no ocidente) para o Nintendo Switch, assim como o aguardado port de SaGa: Scarlet Grace para o PS4 (e Switch); a segunda semana do mês veio ainda mais forte.

Antes de entrarmos no software, confiramos abaixo os dados detalhados das vendas de hardware na trigésima-segunda semana do ano (que foi de 06 a 12 de agosto), no Japão, segundo a Media Create. Bom lembrar que, este ano, a 32ª semana da Media Create coincide com a 32ª semana da Famitsu, outro instituto de pesquisa de vendas do varejo japonês.

VENDAS DE HARDWARE NO JAPÃO (MEDIA CREATE) Plataforma 31ª semana esta semana em 2018 desde o lançamento Nintendo Switch 50.799 unid 50.143 unid 1.514.673 unid 4.827.292 unid família PS4 19.002 unid 22.026 unid 1.105.275 unid 6.997.678 unid linha 3DS 12.586 unid 10.910 unid 337.699 unid 24.160.478 unid PlayStation Vita 3.339 unid 3.507 unid 128.615 unid 5.916.495 unid Xbox One 74 unid 74 unid 10.214 unid 98.650 unid

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Fortíssima em casa, 70,5% dos consoles vendidos no Japão durante a 32ª semana foram da Nintendo. Detalhe que na conta semanal não estão inclusos o NES ou SNES Classic Edition. Vindo logo atrás, a Sony representou 29,4% das vendas japonesas de hardware no mesmo período.

Mesmo tendo a metade do mercado da Nintendo no Japão durante o período em questão, a Sony pode se orgulhar, por enquanto, de que até o PS Vita tem base instalada maior que a do Switch no arquipélago. O todo poderoso PS4 provavelmente vai atingir as 7 milhões de unidades vendidas na 33ª semana (a atual, em andamento) e o Nintendo Switch ainda teria que vender mais de 2,2 milhões de unidades para alcançá-lo hoje.

Para vender tanto hardware para o público japonês, os consoles precisarão de muito software. Falando em jogos, temos abaixo o Top 20 japonês da trigésima-segunda semana do presente ano. Entre colchetes está a plataforma; entre parênteses ao final, a venda acumulada do título desde o lançamento japonês.

Ranking dos jogos mais vendidos do Japão na 32ª semana de 2018 (06 a 12 de agosto, Media Create)

  1. [PS4] Yakuza 3 (SEGA, 09/08/18) — 26.047 (lançamento);
  2. [NSW] Splatoon 2 (bundle incluso) (Nintendo, 21/07/17) — 21.630 (2.532.658);
  3. [NSW] Taiko no Tatsujin: Drum ‘n’ Fun! (Bandai Namco, 19/07/18) — 21.020 (140.911);
  4. [PS4] Fire Pro Wrestling World (edição limitada inclusa) (Spike Chunsoft, 09/08/18) — 20.218 (lançamento);
  5. [3DS] WarioWare Gold (Nintendo, 02/08/18) — 19.183 (50.201);
  6. [NSW] Mario Kart 8 Deluxe (Nintendo, 28/04/17) — 17.795 (1.688.546);
  7. [NSW] Minecraft: Nintendo Switch Edition (Microsoft, 21/06/18) — 17.003 (186.221);
  8. [NSW] Mario Tennis Aces (Nintendo, 22/06/18) — 16.456 (297.138);
  9. [NSW] Pro Yakyuu Famista Climax (Bandai Namco, 02/08/18) — 15.671 (58.517);
  10. [PS4] Bullet Girls Phantasia (D3 Publisher, 09/08/18) — 14.396 (lançamento);
  11. [NSW] Ōkami HD (edição limitada inclusa) (Capcom, 09/08/18) — 14.089 (lançamento);
  12. [NSW] Octopath Traveler (Square Enix, 13/07/18) — 11.390 (175.625);
  13. [NSW] Captain Toad: Treasure Tracker (Nintendo, 13/07/18) — 10.875 (90.123);
  14. [3DS] Etrian Odyssey X (Atlus, 02/08/18) — 9.914 (81.860);
  15. [NSW] Layton’s Mystery Journey: Katrielle and the Millionaires’ Conspiracy DX (Level-5, 09/08/18) — 9.704 (lançamento);
  16. [NSW] Zelda no Densetsu: Breath of the Wild (edição limitada inclusa) (Nintendo, 03/03/17) — 8.300 (1.074.639);
  17. [NSW] Kirby Star Allies (Nintendo, 16/03/18) — 7.657 (587.496);
  18. [3DS] Pokémon Ultra Sun / Ultra Moon (The Pokémon Company, 17/11/17) — 6.451 (1.695.264);
  19. [PSV] Bullet Girls Phantasia (D3 Publisher, 09/08/18) — 6.441 (lançamento);
  20. [NSW] Super Mario Odyssey (bundle incluso) (Nintendo, 27/10/17) — 6.016 (1.788.814).

No início de 2009, quando originalmente lançado para o PS3, Yakuza 3 vendeu mais de 370 mil cópias na primeira semana lá no extremo oriente. Sucesso estrondoso cujos números japoneses infelizmente não se repetiram. Yakuza 3 para o PS4 vendeu mais de 26 mil cópias em apenas quatro dias no arquipélago. Apesar de liderar a semana, vemos que hoje a franquia Yakuza representa um público pequeno (mas leal) nos consoles da Sony. O tio Laguna especula que na 33ª semana o Yakuza 3 ainda esteja no Top 20 japonês, mas desapareça na 34ª ou 35ª.

Vice-líder em vendas da 32ª semana, Splatoon 2 atinge as 2,5 milhões de cópias desde o lançamento. Ele lidera os 13 jogos do Nintendo Switch presentes no Top 20 japonês. Interessante notar que há apenas quatro jogos do PS4 e Vita no Top 20.

Em terceiro nesta, Taiko no Tatsujin: Drum ‘n’ Fun! conseguiu subir uma posição no Top 20 em relação à 31ª semana. Parece um título cauda longa, pois tem mantido uma média de 21 mil cópias vendidas semanalmente.

Em quarto, Fire Pro Wrestling World foi uma das principais estreias da semana para o PS4. A outra foi o Bullet Girls Phantasia, que superou o meu favorito Ōkami HD no arquipélago. Falando em Ōkami HD, essa versão Switch que estreou na 32ª semana de 2018 vendeu 5 mil cópias a menos que na semana de estreia da versão PS4.

Outra decepção nas vendas japonesas na 32ª semana de 2018 foi a versão Switch de Layton’s Mystery Journey: Katrielle and the Millionaire’s Conspiracy: suas 9 mil cópias vendidas foram muito pouco em relação à versão original do 3DS, que vendeu 70 mil cópias na primeira semana de vendas. E detalhe que tal jogo concorria na época contra o hype do peso-pesado Dragon Quest XI, lançado na semana seguinte.

Fontes: EuroGamer PT, Gematsu, Media Create e ResetEra.

Leia também:

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SpaceX apresenta o painel da Dragon 2 (e seus primeiros astronautas)

MeioBit - Wed, 15/08/2018 - 14:46

Depois da apresentação formal das equipes de astronautas na semana passada pela NASA, a SpaceX fez questão de convidá-los para um evento próprio de boas-vindas e apresentação para a imprensa especializada na fábrica de foguetes em Hawthorne, Califórnia, no qual aproveitou para mostrar de perto o novo painel da Dragon 2 (também conhecida como Crew Dragon), do qual vou falar em alguns parágrafos.

O evento serviu para mostrar a enorme empolgação dos quatro astronautas da NASA que serão os pioneiros em viagens com a SpaceX para o espaço, sem precisar pagar nenhum rublo para os russos pela carona na Soyuz. Pois é, não parece nada demais, tirando o detalhe que isto não acontecia desde o fim do programa dos ônibus espaciais em 2011 (pra piorar ainda mais a sensação de nos sentirmos bem velhos por lembrar desse momento, o último voo foi em 2010), longínquos oito anos atrás.

É claro que a NASA precisou investir bilhões de dólares no projeto de adaptar a Dragon para passageiros, mas é literalmente o preço que se paga para parar com a dependência dos russos.Os astronautas que farão parte desse belo namoro da NASA com a SpaceX são Victor Glover e Mike Hopkins no primeiro voo (foto do começo do post), e Bob Behnken e Doug Hurley na segunda viagem. Todos parecem felicíssimos nas fotos, e não é pra menos. Mesmo deixando o lado do patriotismo americano de lado, a Dragon 2 sem dúvida alguma ser bem mais confortável que a Soyuz, que é bem apertada, já que apenas 2,5 m³ são usáveis pelos astronautas.

Voltando ao painel da sua Dragon 2, ele é composto por 3 grandes telas, que eu adoraria poder conhecer de perto. Tudo bem que eu imaginava essas telas ainda maiores, mas estamos falando de uma cápsula espacial, então não dá para querer muito, ou pelo menos não ainda. A palavra que melhor define o painel é minimalismo, e as três telas da Dragon 2 estão bem distantes do complicadíssimo painel dos antigos ônibus espaciais. Musk vem falando sobre o interior da Dragon desde meia década atrás, quando comparou o painel com o de uma nave alienígena.

O Ars Technica estava no evento que aconteceu na segunda passada (confira o post do site para ver muitas fotos além da foto acima, clicada por Eric Berger), e conta que a SpaceX colocou dois simuladores do painel de controle da Dragon 2 em exibição no segundo andar da fábrica para os sortudos dos jornalistas presentes, que foram os primeiros de fora da SpaceX a terem o privilégio de conhecerem melhor o painel. Recomendo também esse vídeo da CNN, que mostra o interior da Dragon 2 e tem o depoimento dos astronautas das duas missões.

No mesmo evento na semana passada, a NASA também apresentou tripulações para o Starliner, que está sendo feito pela Boeing (e custou bem mais recursos da agência espacial norte-americana que a adaptação da Dragon), mas ele foi adiado em alguns meses por conta de uma anomalia em um teste do sistema de propulsão e só deve subir em novembro de 2019, mas tudo isso é assunto para outro post (de preferência do Cardoso).

A missão da Dragon 2 está prevista para abril de 2019, se tudo der certo com a missão não-tripulada a ser lançada com o Falcon 9 em novembro deste ano, e que servirá como demonstração e teste final. Se por acaso a NASA ainda precisar da velha carona dos Soyuz, sem problemas, pois o contrato com os russos vai até novembro do ano que vem.

Saiba mais sobre a Dragon 2 e as duas missões dos astronautas da NASA com a SpaceX.

 

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Internet das Coisas Inúteis: garrafa pra nerds babões

MeioBit - Wed, 15/08/2018 - 11:16

A gente costuma dizer que o mundo da tecnologia é cheio de soluções à procura de problemas. É verdade. Ninguém antes da invenção dos laptops ficava desesperado por não ter um computador na mochila. Antes da invenção do GPS as pessoas já navegavam e voavam longas distâncias sem se perder, e na dúvida sempre havia um Guia Rex no porta-luvas. O que a tecnologia trouxe foi comodidade, mas há um outro lado, esse sim nefasto: a tecnologia que vive em busca de problemas imaginários.

Aí entra todo tipo de bobagem, de guarda-chuva para pés a garfo com motor pra enrolar macarrão, em geral idéias idiotas para millennials (muito) preguiçosos, mas a Lyd é a campeã de todas até agora.

Algum tempo atrás alguém tentou lançar uma caneca/garrafa com sensores, IA e o escambau que iria analisar o conteúdo e exibir num display o que tinha na caneca.

Até tem sua utilidade, em situações bem específicas.

Normalmente é uma solucão idiota para um problema inexistente, visto que existem vários métodos de identificar o conteúdo de uma caneca, que vão de cheirar a perguntar “esse suco é de quê?”.

A Lyd, bem… a Lyd…

Ela é uma garrafa com uma bateria, carregamento wireless e que se propõe a resolver o problema imaginário de… gente que derrama café quente no colo. Quer dizer, não tão imaginário, eu faço isso direto mas eu sou meio retardado.

O negócio usa um sensor que detecta quando seus lábios estão chegando perto da tampa, e só então abrem a danada. Quando você se afasta, a tampa fecha. Se a bateria acaba, fica com sede, hipster maldito.

Qual a utilidade disso? Nenhuma. Existem literalmente centenas de canecas com tampa manual, e a melhor forma de não se queimar ou molhar ao beber de uma garrafa é não ser atolado. Esse problema sinceramente não existe para qualquer pessoa, mesmo atolada num nível como o meu.


ProductHype → Lyd Bottle – Opens at the touch of your lips & never spills!

Japinha à parte, se você precisa de uma garrafa que feche sozinha pois é incapaz de beber sem se molhar, você tem graves problemas.

De resto, antes que alguém reclame dizendo que há pessoas que tem graves problemas e correm risco de se molhar ao beber de uma garrafa/caneca, eu lembro que já existe uma solução pra isso:

Ou melhor, não existe mais. Graças aos ecochatos agora gente com mobilidade reduzida tem que se virar com horrorosos canudos de papel, ou comprar uma Lyd por meros US$ 69,00 ou R$ 87.344,93.

Fonte: Digital Trends.

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Temer sanciona, com vetos, a lei de proteção a dados pessoais; saiba o que muda e quando

MeioBit - Wed, 15/08/2018 - 11:00

Temer durante o evento de sanção da Lei (Créditos: Valter Campanato/Agência Brasil)

Nesta terça-feira (14) o presidente Michel Temer sancionou a Lei Nº 13.709/2018, a chamada Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) que altera o Marco Civil da Internet e estabelece normas para a coleta, tratamento, proteção e compartilhamento de dados pessoais de todos os brasileiros, que deverão ser observados por órgãos públicos e empresas, nacionais ou não. A norma é a versão nacional e uma reação ao GDPR, o regulamento europeu que entrou em vigor em maio último.

O que diz a lei?

O texto, aprovado anteriormente na Câmara e no Senado não se limita apenas a dados digitais: ele impõe regras para a coleta e manutenção das informações tanto de cidadãos brasileiros quanto de pessoas que estejam no território nacional, que deve ser feita sempre com o consentimento dos usuários salvo em casos de mandados judiciais, ou para garantir a segurança pública ou do Estado no caso de investigações criminais. Isso vale tanto para dados conseguidos pela internet como através de outros meios: papel, som, vídeo e etc.

Dados sensíveis tais como referentes à religião, alinhamento político, estado de saúde, vida ou preferências sexuais ou características físicas, entre outros foram classificados como restritos: eles não podem ser utilizados para fins que possam levar a situações discriminatórias e deverão ser protegidos; dados médicos especificamente não podem ser utilizados para fins comerciais, a menos que o usuário deixe autorizado de forma expressa.

Da parte das empresas e órgãos públicos, os mesmos terão que informar o usuário pode recusar o tratamento de seus dados e as consequências dessa decisão, bem como ele deve autorizar o uso dos mesmos em caso de compartilhamento com terceiros. Igualmente, estas empresas e órgãos deverão oferecer ferramentas que permitam ao usuário acessar seus dados, fazer correções, salvar, deletar ou transferi-los para outros serviços, seguindo o princípio de portabilidade.

Pessoas físicas que tratam dados com objetivos pessoais, acadêmicos, artísticos ou jornalísticos não serão afetados (os dados precisam ser tratados de forma anônima entretanto), bem como em casos de segurança pública ou do Estado, de defesa nacional ou de investigação criminal.

Os vetos

O primeiro veto diz respeito à criação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados, órgão que seria ligado ao Ministério da Justiça e encarregado de fiscalizar o setor. Temer considerou a proposta inconstitucional e a definiu como um “vício de iniciativa”, quando a proposta não parte do órgão competente, no caso o próprio Poder Executivo e não o Congresso Nacional. Para resolver isso o presidente vai enviar de seu gabinete uma proposta para a criação do órgão, que deverá ser subordinado ao Ministério da Justiça ou da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

O segundo veto diz respeito à suspensão parcial ou total das atividades de empresas infratoras, o que levou a críticas bem pertinentes nas redes sociais.

O que acontece com quem infringir a lei?

Em caso de vazamento de dados as empresas são obrigadas a informar os usuários e as autoridades tão logo descubram a falha; a responsabilidade cairá sobre todos os envolvidos não importando se quem pisar na bola for a empresa ou órgão primário ou um terceiro, seja empresa parceira ou contratada.

Os responsáveis poderão desde receber advertências serem multados em até 2% do faturamento anual, limitado a uma quantia de R$ 50 milhões.

O que vai acontecer agora?

A Lei Nº 13.709/2018 entrará em vigor daqui a 18 meses, a saber em fevereiro de 2020 para dar tempo de todos os órgãos públicos e empresas que atuam no Brasil, nacionais ou não se adequem à nova legislação, sem exceções.

Com informações: Palácio do PlanaltoAgência BrasilFolha de S. Paulo.

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Diretor fala sobre a diferença entre a SEGA e a Nintendo

MeioBit - Wed, 15/08/2018 - 08:47

Talvez isso se deva à minha eterna paixão pela SEGA, mas a verdade é que sempre achei a história da Casa do Sonic uma das mais fascinantes da indústria. Saindo de uma das maiores fabricantes de consoles do planeta para se tornar uma “mera” desenvolvedora/editora de jogos, ainda existe muitos detalhes sobre a história da companhia que não conhecemos e alguns acabam de ser revelados por Toshihiro Nagoshi.

Em uma matéria publicada na última edição da revista Edge, o atual diretor de operações da SEGA e produtor da série Yakuza falou sobre a criação do F-Zero GX e ao fazer isso, explicou a diferença entre eles e a Nintendo.

Comparados a nós, num cenário mais amplo, somos similares. Mas nos pequenos detalhes – suas tomadas de decisões e timing – as coisas são diferentes e aprendi muito com eles. Resumindo, trata-se de objetividade. (…) É difícil descrever, mas quando eu digo algo sobre a parte de um jogo como ‘Está ok assim, não está?’, eles dizem, ‘A nossa companhia não permite esse tipo de coisa. Nunca.’ Eu não consegui mudar a opinião deles sobre nada. Nem mesmo uma vez. Mas é por isso que a Nintendo tem uma marca tão forte, mesmo após todos esses anos. É por isso que perdemos a guerra dos consoles.

Nagoshi então seguiu dizendo que na época em que o estúdio Amusement Vision fechou a parceria para criar aquele F-Zero, eles propuseram trabalhar com outras franquias, como por exemplo a Metroid, mas que por já ter desenvolvido outros jogos de corrida, ele se sentia mais confortável em desenvolver algo no estilo – embora fosse um jogo futurista.

A partir daquele momento a equipe da SEGA decidiu encarar o projeto com todas as forças, quase como uma questão de honra para mostrar à Nintendo que, mesmo tendo perdido a guerra dos consoles, eles continuavam sendo uma grande empresa. As pessoas envolvidas com o F-Zero GX então criaram diversos personagens e circuitos, entregando os melhores gráficos que a tecnologia atual permitia e o resultado foi a venda de 1,5 milhão de cópias.

Para Toshihiro Nagoshi, o sucesso comercial do jogo mostrou que a SEGA nunca soube vender hardware, mas que em se tratando de jogos, eles não deveriam ser pessimistas. O interessante é que após o título ser lançado, o game designer chegou a receber uma ligação da BigN, onde eles pediam para ver o código fonte do jogo e entender como o seu estúdio tinha conseguido entregar um jogo tão bom num tempo tão curto e com um orçamento tão pequeno. Ou seja, pelo menos naquele momento eles haviam superado a outrora sua grande concorrente.

Na matéria Nagoshi também revela que em se tratando da série Yakuza a história poderia ter sido bem diferente. Isso porque embora hoje a franquia esteja diretamente associada à família PlayStation, a SEGA chegou a oferecê-la tanto para a Nintendo quanto para a Microsoft, mas ambas disseram que não tinham interesse. Para ele, tais empresas não entenderam a razão pela qual a SEGA estava criando aquele jogo e hoje as duas gostariam de vê-lo em suas plataformas. Por fim, ele ainda explicou como por pouco o Yakuza nem chegou a ser produzido:

Os meus chefes precisaram ser convencidos. Fiz uma apresentação duas vezes e não consegui a aprovação. (…) A SEGA estava lutando por dinheiro e estava muito perto da falência, então se fundiu com a Sammy. Assim que isso aconteceu, fui me encontrar com o dono e apresentar o jogo para ele, buscando a sua aprovação. Profissionalmente, isso era muito irregular e bastante errado. Mas eu sabia que se ele dissesse sim, seria bom para toda a companhia. Consegui a sua aprovação, mas o nosso CEO ficou realmente maluco com isso (risos). Ele disse que aquilo foi injusto.

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Ingleses estão marcando mendigos com códigos de barra e isso é uma coisa boa

MeioBit - Tue, 14/08/2018 - 22:02

Como todos nós — e provavelmente também o Daciolo — sabemos, códigos de barra são uma invenção illuminati para propagar a mensagem de Satanás e avançar seus planos de conquista global, com a marca da besta do apocalipse em todos, justos e injustos. Mas fora isso eles também servem para muitas outras coisas, de configurar o autenticador do Google a viabilizar os caixas de seu supermercado predileto.

Agora surgiu uma nova idéia: aplicar códigos de barra a mendigos e moradores de rua (há uma diferença: em países ricos muitos moradores de rua têm emprego e não esmolam). Dito assim parece uma idéia fascista daquelas de fazer o Gêmeo Malvado do Trump dizer “gente, cês tão pegando pesado” mas o projeto é benigno e pretende resolver um problema gerado pela modernidade.

Se você reparar, a gente usa cada vez menos dinheiro. Vários países estão se encaminhando para uma sociedade totalmente eletrônica, onde qualquer transação é feita com cartões e biometria. Se você pensar, mesmo no Brasil quase todas as vezes que a gente usa dinheiro é por preguiça de tirar o cartão da carteira.

Agora pense como isso afeta quem literalmente vive de esmolas. Sem moedas, com cada vez menos trocado no bolso mesmo que o sujeito queira dar um qualquer pro pedinte, não tem como, e ninguém vai até um caixa eletrônico pra tirar dinheiro pra tia que pede dinheiro na porta do Starbucks.

Uma solução está sendo testada pela Greater Change, uma ONG inglesa. Eles são uma plataforma de doações online onde cada morador de rua é cadastrado e tem um “gerente de conta” pra evitar que o sujeito saque todas as doações e encha a cara de pão.

As doações são usadas para planos de longo prazo, e a ONG só trabalha com moradores de rua que estejam dispostos a melhorar de vida. São traçadas metas, como conseguir pagar por moradia ou comprar ferramentas para voltar a exercer um ofício.

Doadores anônimos dependendo do caso podem dobrar as doações, que podem ser feitas via app ou desktop. O dinheiro vai para a conta do beneficiado ou pode ser doado de uma forma geral, dividido então entre os vários participantes do programa.

Cada um tem um crachá com um QR Code, então a doação via app é rápida e simples. É um investimento na melhoria da vida do sem-teto, e como os monitores da ONG acompanham o sujeito você sabe que só vai completar a doação se ele estiver andando na linha.

Não é uma solução perfeita mas convenhamos: já é alguma coisa e ajuda a resolver um problema que nem deveria existir.

Fonte: Standard.

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Grupo Record lança PlayPlus, serviço de streaming com conteúdo próprio e de parceiros

MeioBit - Tue, 14/08/2018 - 09:30

O Grupo Record entrou de vez na onda do streaming, mas com uma abordagem própria: nesta segunda-feira (13) a emissora apresentou em um evento em São Paulo a plataforma PlayPlus, que diferente dos concorrentes conta com conteúdos de parceiros como ESPN, Supertoons e Movile, através do PlayKids e até de rádios e podcasts, além do próprio.

O novo aplicativo oferece acesso à programação aberta da Rede Record, tanto a transmissão ao vivo quanto no regime de vídeo sob demanda (VOD): o espectador poderá escolher entre noticiários, documentários, novelas, séries, reality shows, programas de auditório e atrações exclusivas do serviço, como programs apresentados por Marcos Mion (Pais da Nova Era), Bola (Bola, vai no meu lugar?) e Ticiane Pinheiro (De Folga da Fama). O destaque é uma série voltada às eleições.

O PlayPlus também oferece ao assinante o acesso a parte do conteúdo histórico da emissora, que inclui programas clássicos como os Festivais da Canção, Família Trapo, Especial Elis Regina, Programa Flávio Cavalcanti, Troféu Roquette Pinto e outros.

A diferença reside nas parcerias que o Grupo Record fechou com outros veículos, trazendo conteúdos de canais como ESPN, FishTV, SuperToons e PlayKids, além de oferecer acesso a rádios como 98 FM, Sociedade, Vagalume, Energia 97 e Transamérica; há também uma seção para podcasts, que já conta com programas como Café Brasil, Lídercast, Beercast e outros.

A plataforma oferece três planos distintos:

  • Plano Play – gratuito, dá acesso basicamente ao conteúdo ao vivo da rede aberta (programação local) e Record News, além de rádios e podcasts. Só é possível acessar o conteúdo em uma tela por vez;
  • Plano PlayPlus – R$ 12,90/mês (com direito a 30 dias gratuitos), inclui tudo do Plano Play e permite o acesso ao acervo atual e histórico da Record, além de conteúdo do canal PlayKids e produções originais. Transmissão simultânea em até quatro telas;
  • Plano PlayPlus + Esportes – R$ 32,80/mês, inclui tudo do Plano PlayPlus e adiciona todos os canais de esportes da ESPN.

Quem migrar do Plano PlayPlus para o PlayPlus + Esportes durante o período de testes perde o direito aos dias restantes da promoção, passando a pagar pelo serviço imediatamente. Ao todo, o PlayPlus oferece 180 programas diferentes.

O PlayPlus está disponível através do site oficial, bem como na App Store e Google Play Store a partir desta terça-feira (14); o antigo app R7 Play foi descontinuado, com a nova plataforma assumindo a função da antiga.

Com informações: R7.

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Trolls no Fallout 76 poderão não ser um (grande) problema

MeioBit - Tue, 14/08/2018 - 08:16

Para algumas pessoas, a confirmação de que o Fallout 76 será um jogo exclusivamente online (inclusive sem NPCs) foi um grande balde de água fria. O motivo para as preocupações é que por mais legal que possa ser a ideia de dividir a Wasteland com outros jogadores, existe uma grande chance de o lugar estar repleto de trolls, aqueles seres que só se interessam em infernizar a jogatina dos outros.

Pois de acordo com o diretor Todd Howard, o jogo está sendo desenvolvido de uma forma que esse pessoal faça parte da experiência e para isso, a Bethesda tem adotado algumas decisões de design que pelo menos na teoria parecem bem interessantes.

Para começar, aqueles que matarem outros jogadores que não queiram entrar em brigas serão marcados com uma recompensa por suas cabeças. O detalhe é que o dinheiro que receberemos por matar o procurado será descontado da sua própria conta, sendo que quanto maior o seu nível, maior será a premiação. Além disso, essa pessoa aparecerá destacada no mapa, logo não terá como ela se esconder.

De acordo com o game designer, o primeiro tiro disparado contra um jogador praticamente não lhe causará dano, servindo como um espécie de aviso. Se o alvo revidar, aí a briga será para valer, com aquele que sair morto podendo buscar vingança e sem que o aviso de procurado seja acionado.

Outra forma encontrada por eles para não incentivar os assassinatos a sangue frio foi não lhes dar dinheiro ou experiência ao matar pessoas que não revidem. Ou seja, tirando o fato de ser o que Howard chama de “um babaca“, sair atirando em todo mundo não será nada vantajoso.

Nós transformamos os babacas em um interessante conteúdo,” defendeu o diretor do Fallout 76. “Eles aparecem no seu mapa como uma estrela vermelha. Todo mundo os verá e eles terão uma recompensa sobre suas cabeças e ela virá das suas próprias tampinhas [a moeda do jogo]. E eles não verão os outros jogadores no mapa.

Todd Howard ainda explicou que para evitar que alguém inicie uma briga acidentalmente, será possível ativar uma opção pacifista. Com ela as nossas balas não ferirão outros jogadores e embora isso não impeça que sejamos mortos, ao menos poderemos ignorar ou bloquear alguém que nos matou. Isso evitará encontrarmos essa mala novamente numa mesma sessão, evitando assim sermos perseguidos seguidamente.

Embora nada disso seja novidade, acho importante a Bethesda estar se preocupando em tornar a experiência no Fallout 76 a melhor possível. Quando o jogo for lançado saberemos até que ponto essas medidas foram suficientes para tornar o jogo minimamente divertido ou se no fim das contas veremos apenas algumas centenas de estrelas espalhadas pelo mapa, com as pessoas preocupadas apenas em uns matar os outros.

Fonte: Destructoid.

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