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Exército americano montará equipe de eSports

MeioBit - Fri, 16/11/2018 - 08:30

Você pode até não concordar com a ideia de os jogos eletrônicos serem considerados esportes, mas não há como questionar o forte apelo que eles possuem para atrair novos públicos e é claro, gerar muito dinheiro. Clubes de futebol, políticos, pessoas ligadas a NBA e a NFL, até o COI já demostrou interesse nos eSports e agora sabemos que outra instituição que também pretende explorar a modalidade é o Exército dos Estados Unidos.

Visando conquistar o público mais novo e conseguir bater as metas de recrutamento (que andam bem longe do ideal), o principal braço das Forças Armadas norte-americana revelou que montará uma equipe dedicada a disputar alguns dos principais torneios de videogame pelo mundo. Operando em parceria com o Departamento de Defesa, o programa já está recebendo inscrições de participantes, que podem ser tanto de pessoal na ativa, como reservistas e veteranos.

Ainda não se sabe quais jogos serão representados pelos militares, mas se considerarmos o formulário de inscrição, em breve deveremos vê-los disputando partidas de Call of Duty, FIFA, Fortnite, League of Legends, Madden, NBA 2K, Overwatch, PlayerUnknown’s Battlegrounds e Tekken.

A intenção de usar os games para divulgar a marca do exército e chamar a atenção do público mais novo foi confirmada pelo sargento Ryan Meaux, que disse ainda que em dezembro eles realizarão um torneio interno para os jogadores de Tekken 7 e aquele que sair vencedor os representará na PAX South, que acontecerá em janeiro de 2019.

A estratégia pode parecer inédita, mas há algum tempo o Exército americano tem enviado recrutadores para torneios de eSports e tanto eles quanto a Força Aérea já realizaram competições. A diferença é que elas não eram focadas em equipes formadas apenas por militares, o que acontecerá dessa vez.

Além disso, muitos lembrarão da investida das Forças Armadas daquele país na criação de jogos eletrônicos. Descrito como “o jogo oficial do Exército dos EUA”, America’s Army foi lançado em 2002 e por mais incrível que possa parecer, continua na ativa até hoje. O jogo inclusive recebeu uma atualização em outubro e caso nunca tenha o experimentado, ele está disponível gratuitamente no Steam.

Quanto a investida nos eSports, eu sinceramente tenho minhas dúvidas se tais jogadores conseguirão atrair novos recrutas para o governo americano, mas uma coisa é certa: para um povo tão ligado aos seus soldados, será uma ótima propaganda eventualmente ter alguém fardado disputando as etapas finais desses torneios.

Fonte: PCGamer.

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Dica simples porém honesta: cabo microUSB magnético

MeioBit - Thu, 15/11/2018 - 21:38

Muitos anos atrás eu comprei o Macbook do Leo Faoro, por curiosidade e oportunidade, o preço estava bom, abaixo de um notebook Windows equivalente. Era uma excelente máquina, com um SSD até hoje funcionaria muito bem, mas uma característica fundamental eu desprezei até o momento de maior necessidade: O conector MagSafe.

Para mim era só mais uma daquelas fofoletizações que a Apple colocava nos seus produtos, idéias convenientes mas que não mudavam nada fundamentalmente. O MagSafe era uma alternativa ao conector normal dos notebooks, um conector reversível com um encaixe magnético, ao invés do encaixe físico simples. Ah Apple sempre querendo reinventar a roda…

Até o dia em que o paquiderme maldito  que vos escreve passou correndo, enganchou o pé no cabo do carregador do Macbook e se lançou em direção ao chão. O tempo por um momento parou e pensei no prejuízo; na melhor das hipóteses. teria que comprar uma fonte nova. O mais provável era que o carregador fosse arrancado com violência e viesse rasgando tudo trazendo consigo as entranhas do computador, tal qual um Smurf empalado com um guarda-chuva aberto, amarrado a um trem-bala.

Quando cheguei ao chão já tinha me conformado que o Mac seria arrasado pela borda da mesa, se espatifando no chão.

*plect*

Nada aconteceu, como foi projetado pra fazer, o MagSafe apenas se desconectou da porta do MacBook. Percebi naquele momento a superioridade do design, me prostrei de joelhos e ergui os braços bradando THANK YOU iJesus!

Com o tempo a Apple abandonou o Magsafe, talvez por não estar vendendo tantos carregadores quanto gostaria, e o resto da indústria foi atrás, mesmo quando as patentes expiraram.

Uma área onde um conector estilo MagSafe seria excelente é a de equipamentos mobile. Já tive celulares demais onde quase arranquei o conector, gerei mau-contato que só conseguia carregar prendendo com um elástico, e puxar o aparelho com o cabo MicroUSB encaixado gera um efeito de alavanca na conexão que Arquimedes em pessoa bate palmas “Parabéns, seu abestado”.

Com o tempo surgiram algumas opções, mas todas muito caras e de difícil acesso, felizmente nossos amigos chineses kibaram ensandecidamente o conceito, e logo apareceram um monte de opções, mas minha religião não permite dar R$50 num cabo.

Já 19 talqueis, tá valendo, e foi a esse preço que achei no Mercado Livre (e em um monte de lugares, pesquise na sua loja preferida) um cabo xing-ling de excelente qualidade, dentro do que se espera de cabos xing-link, claro. Na caixa dizem que o cabo serve para carga e dados. O cabo caro de onde kibaram a caixa até deve servir, esse que comprei só carrega, o que sendo honesto é o que me interessa.

O cabo vem com um belo LED azul, que serve para identificar se o cabo está conectado do outro lado. Também vem um adaptador para encaixar na porta MicroUSB de seu aparelho, e claro funciona em qualquer coisa, eu comprei três então um está carregando o fone Bluetooth.

Encaixado o adaptador, é pra não tirar nunca mais. O uso é simples, você encosta o cabo e o magneto (como diabos eles funcionam?) faz o resto. Em 90% dos casos você escuta um plect, o encaixe é perfeito, acabou. Se não ouvir, uma ajeitadinha com a mão resolve, e não, não há duplo sentido aqui, eu sou blogueiro, esqueceu?

https://meiobit.com/wp-content/uploads/2018/11/20181115magpobre.mp4

Óbvio que não vai mudar o mundo, mas esse cabo é uma das pequenas conveniências que tornam a vida mais… conveniente, e há para todos os gostos e preços, além do MicroUSB há versões USB-C e Lightining, pode ser encontrado no Stand Centre ou Infoshopping mais próximo de sua casa, ou online. O meu eu comprei no Mercado Livre, basta procurar por “cabo USB magnético”.

Ah sim, ele funciona com carregador rápido sim, não acreditem nas lendas da Internet.

 

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Why you need to know about Penetration Testing and Compliance Audits?

THN - Thu, 15/11/2018 - 14:41
We live in an age where data flows like water, becoming the new life source of our everyday ventures. As such, you can just imagine what all of that entails and the weight that data receive, especially when it comes to a decision making on how to handle this fairly new and arguably invaluable resource. Of course, we are well aware from a very young age that our water needs to be pure, filtered

Wild Cards de George R.R. Martin deve virar uma série do Hulu

MeioBit - Thu, 15/11/2018 - 14:30

Segundo relatos da Variety, o Hulu pode criar a qualquer momento um writer’s room para adaptar o universo de Wild Cards pra não uma, mas possivelmente duas séries de TV. Wild Cards é uma série de livros em um universo próprio, que foi criada e é editada por George R.R. Martin.

A série se passa em um presente alternativo, depois que uma bomba alienígena explodiu sobre Nova York em 1946, espalhando um vírus genético em um planeta já abalado pela Segunda Guerra Mundial. O vírus acabou dizimando a população e alterou o DNA dos sobreviventes, criando deformações físicas na maioria e super-poderes em alguns poucos. O primeiro livro Wild Cards foi lançado 21 anos atrás, e a série já teve a colaboração de mais de 40 autores.

Essa não é a primeira tentativa de adaptar o universo de Wild Cards, em 2016, quando o autor vendeu os direitos de Wild Cards Universal Cable Productions (a UCP é parte da NBC), ele chegou a escrever um post empolgado com a novidade, mas a UCP acabou colocando a série na geladeira. Quando o acordo foi fechado com a UCP, a expectativa era que as séries fossem produzidas em um ou dois anos, o que acabou não acontecendo. Desta vez, a UCP entraria em parceria com o Hulu para a criação da nova série.

A Variety também cita que o roteirista de Wild Cards seria Andrew Miller (que tem contrato vigente com a UCP), e os produtores executivos seriam Vince Gerardis e Melinda Snodgrass, que é co-editora dos livros, além do próprio George R.R. Martin, como é de praxe na indústria do entretenimento.

Em seu post de alguns anos atrás, Martin diz que não poderia se envolver com a produção, mas que confiava em Melinda Snodgrass e no outro produtor, que já pulou fora. É claro que agora as coisas são diferentes, afinal de contas, Game of Thrones está chegando ao final, o que pode liberar mais espaço na sua agenda, assim ele pode ajudar sua fiel escudeira para fazer a adaptação de Wild Cards para a TV.

Sim, falando como fã, eu também preferia que ele deveria estar escrevendo o próximo volume das Crônicas de Gelo e Fogo, mas enfim, ele é que sabe o que faz com o seu precioso tempo. Vale lembrar que ele também está envolvido com Nightflyers, que estreia no mês que vem no SyFy e na Netflix no resto do mundo, sem falar em outros projetos como o livro Fire & Blood e a nova série de Game of Thrones na HBO, que começa a ser produzida depois que a principal sair do ar.

Aguardamos a confirmação oficial do Hulu, da UCP e de Martin.

Saiba mais sobre Wild Cards no site oficial e no alternativo.

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Popular AMP Plugin for WordPress Patches Critical Flaw – Update Now

THN - Thu, 15/11/2018 - 13:27
A security researcher has disclosed details of a critical vulnerability in one of the popular and widely active plugins for WordPress that could allow a low-privileged attacker to inject malicious code on AMP pages of the targeted website. The vulnerable WordPress plugin in question is "AMP for WP – Accelerated Mobile Pages" that lets websites automatically generate valid accelerated mobile

PC Classic, um console em miniatura que roda games clássicos

MeioBit - Thu, 15/11/2018 - 11:30

O PC Classic é um mini console com jogos dos tempos do DOS, com uma clara inspiração no NES Classic Edition e seu sucessor SNES Classic Edition da Nintendo, que fizeram muito sucesso nos últimos anos. Seu design lembra um velho gabinete de PC bege, com apenas um slot para um cartão de memória e duas entradas USB na parte da frente, onde são conectados os gamepads ou joysticks. Todos os jogos serão licenciados, sem nenhuma pirataria envolvida.

Os consoles em miniatura estão fazendo muito sucesso nos últimos anos e viraram uma verdadeira tendência de mercado, tanto que nesse ano, seguindo os passos da pioneira Nintendo, a Sega lançou seu Mega Drive Mini e até a Sony resolveu entrar na brincadeira com o Playstation Classic, que está chegando em tempo pra ser vendido no Natal, mesmo sem contar com vários jogos clássicos por motivos contratuais.

A questão de quais jogos estarão disponíveis é potencialmente o calcanhar de Aquiles do PC Classic, mas seus criadores garantem que ele será lançado com uns 30 jogos, e que também vai ser possível comprar novos jogos depois, sem entrar em maiores detalhes da logística disso, nem mostrar uma lista de quais serão os jogos. No site da empresa Unit-E, é dito que “a meta é oferecer todos os jogos que definiram a experiência de games no PC nos anos 80 e 90,” mas será que isso é remotamente possível?

A pequena empresa de apenas 5 empregados tem a experiência de ter criado jogos arcade como o World’s Fastest Drummer e o Neon FM, para o qual licenciou centenas de músicas, o que eles usam como garantia de que conseguirão licenciar muitos jogos para o mini console, assim como as colaborações (e/ou licenciamentos) que já fizeram com empresas como Apogee, Sega, Namco e Andamiro. É, acho que dá pra ficar animado com o poder de negociação dos caras.

De qualquer forma, por enquanto, o que temos de mais concreto mesmo são os jogos que foram mostrados no vídeo de apresentação do protótipo do PC Classic, e que muito provavelmente estarão presentes no pequeno console quando ele for lançado: Jill of the Jungle, Commander Keen 4, Doom e Quake 2.

Curioso é que no protótipo mostrado no vídeo, o jogo não está carregado na memória, e sim no cartão microSD, mas pode ser que isso seja apenas para os jogos novos, pois certamente não fará o menor sentido vender o mini console com mais de 30 cartões.

Além do gamepad ou joystick, todos os jogos poderão ser jogados com teclado ou mouse, se o usuário preferir, e a empresa diz que está pensando até em oferecer um mini mouse e um mini teclado para acompanhar o produto, além de outros periféricos. Tudo isso é claro depende do sucesso da campanha de crowdfunding do PC Classic, que deve ser lançada em dezembro.

Como os jogos de antigamente estão cada vez mais acessíveis, e hoje em dia podem até ser jogados por toda uma nova geração no Switch pra quem tem o serviço online pago da Nintendo (usando até um gamepad NES Classic se ele quiser), eu acredito que o PC Classic tem tudo pra encontrar o seu nicho e atingir suas metas, e desde já torço por isto.

Fizemos o pedido de uma unidade para testes, e caso eles nos mandem, faremos um review completo aqui no MB Games.

O PC Classic deve custar US$ 99 em uma versão com um gamepad, disponível nessa nostálgica versão em bege e também em outra cor, que ainda vai ser anunciada.

Para os leitores que tiverem achado ele caro, e quiserem tentar fazer algo parecido em casa, o PC Classic é um Raspberry Pi rodando DOSBox, mas os menus personalizados da Unit-E não estarão disponíveis.

Saiba mais sobre o PC Classic no site da Unit-E.

Clique abaixo para ver o vídeo de apresentação.

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0-Days Found in iPhone X, Samsung Galaxy S9, Xiaomi Mi6 Phones

THN - Thu, 15/11/2018 - 09:36
At Pwn2Own 2018 mobile hacking competition held in Tokyo on November 13-14, white hat hackers once again demonstrated that even the fully patched smartphones running the latest version of software from popular smartphone manufacturers can be hacked. Three major flagship smartphones—iPhone X, Samsung Galaxy S9, and Xiaomi Mi6—were among the devices that successfully got hacked at the annual

Beers with Talos Ep. #41: Sextortion, money and malware

Talos - Wed, 14/11/2018 - 14:38


Beers with Talos (BWT) Podcast Ep. #41 is now available. Download this episode and subscribe to Beers with Talos:

If iTunes and Google Play aren't your thing, click here.
Ep. #41 show notes: Recorded Nov. 9, 2018 — We tried to make this episode last week, but thanks to some technical difficulties, we ended up calling that one a practice run. Here is take two, focused on recent sextortion scams and the pending machine learning apocalypse. We also review why vulnerability discovery and red teams are the most import line items in your security budget by looking a recent story where a breach cost dozens of lives.
The timeline:The topics00:38 — Roundtable: We are now trivia-worthy
12:25 — Persian Stalker and on down the mobile rabbit hole
22:45 — The anatomy of sextortion scams
31:32 — Machine learning and the malware wars
45:20 — Vulnerability discovery: Why our 200-vuln milestone is both important and amazing
52:32 —Save the red team, CIA covert comms cover blown
1:02:49 — Closing thoughts and parting shots
The links==========

Featuring: Craig Williams (@Security_Craig), Joel Esler (@JoelEsler), Matt Olney (@kpyke) and Nigel Houghton (@EnglishLFC).
Hosted by Mitch Neff (@MitchNeff).
Find all episodes here.

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Ressurge making of sobre Star Wars: Episódio V – O Império Contra-Ataca

MeioBit - Wed, 14/11/2018 - 13:31

Em 1980, o francês Michel Parbot finalizou seu documentário sobre a produção e as filmagens do segundo episódio de uma saga de ficção científica que tinha feito história nas bilheterias alguns anos antes, e também criado um novo mercado de licenciamento, entrando no imaginário da população mundial, onde permanece até hoje. O filme era Star Wars: Episódio V – O Império Contra-Ataca, mas o making of acabou se perdendo, quem sabe engolido pelo Sarlacc nas areias de Tatooine.

Apesar de ter alguns trechos online, gravados de uma transmissão da TV holandesa, o documentário estava efetivamente perdido, mas para a surpresa dos fãs, ressurgiu no mês passado no YouTube em uma versão completa, 38 anos depois de ter sido gravado, ainda que em uma qualidade abaixo do ideal, mas já bem melhor do a que dos dois trechos citados acima, e o que é mais importante, na íntegra, do começo ao fim.

Aqui vale lembrar de um documentário sobre O Império Contra-Ataca bem mais conhecido, SPFX: The Empire Strikes Back, que acompanha os extras do DVD na versão lançada em 2011 e é ótimo, mas não traz as imperdíveis entrevistas e outras preciosidades escondidas do making of de Michel Parbot.

O responsável pela recuperação dessa preciosidade de documentário foi Adywan, que fez a conversão de um DVD de um anônimo que tinha sido adquirido em um leilão. Para os fanáticos de longa data de Star Wars, o nome de Adywan pode soar familiar, e isso não é por acaso, ele foi o responsável pela remasterização da trilogia original, o Star Wars Revisited, um trabalho meticuloso e digno de aplausos, feito de fã para fã.

Em algum canto do Google vi que o filme original fazia parte da coleção de Gary Kurtz, que infelizmente nos deixou em setembro deste ano, e essa matriz certamente deve ter uma qualidade muito melhor. Fica aqui minha torcida pra que este documentário seja lançado de verdade um dia. De qualquer forma, mesmo com a qualidade sofrível e abaixo da crítica, é realmente muito interessante assistir o making of, ele é uma verdadeira viagem no tempo, com entrevistas interessantes e informativas sobre um dos melhores filmes que eu já vi.

Como a trilogia original foi feita com efeitos visuais práticos, o making of é ainda mais interessante, mas antes de continuar, preciso fazer um disclaimer: não sei se já deu pra perceber, mas eu sou muito, mas muito suspeito pra falar de qualquer coisa relacionada ao Episódio V de Star Wars. Nesse post vou falar um bocado sobre as minhas impressões pessoais sobre este documentário, então se quiser assistir antes de ler, o vídeo está no final do texto.

Não sei se vocês sabem (ou se importam), mas o Império Contra-Ataca é o meu filme favorito desde que o assisti no cinema, em julho de 1980. Claro que existem muitos, muitos outros que estão entre os meus favoritos, amo vários filmes que são grandiosos e espetaculares, e fazem parte da gloriosa história da sétima arte, mas mesmo que alguém me dê todos os argumentos explicando por qual motivo eles são melhores que a sequência de Star Wars, não tem jeito, em qualquer lista que eu faça, este filme estará sempre na liderança.

Voltando a Michel Parbot, o curioso é que um ano antes de fazer este making of, o documentarista francês tinha dirigido 007 in Rio, um documentário sobre as gravações de 007 Contra o Foguete da Morte (Moonraker) na minha cidade natal, só que ao contrário do seu filme sobre o Episódio V, que tem quase uma hora de duração, este era apenas um curta.

No making of, os saudosos Irvin Kershner e Gary Kurtz falam sobre os detalhes e os desafios de produção e da montagem dos cenários para a gravação das cenas. Kershner fala sobre a importância de ter um produtor como Kurtz ao seu lado, que realmente sabia o que estava fazendo.

Mark Hamill fala sobre as diferenças entre o formato desta história em relação ao primeiro filme. Ele, Harrison Ford e Carrie Fisher também falam sobre o triângulo amoroso, já que o documentário foi gravado bem antes de George Lucas mostrar que Luke Skywalker e Leia Organa eram irmãos em o Retorno de Jedi, que ainda estava na sua imaginação neste ponto. Harrison Ford também fala sobre como este filme é pesado e diferente dos demais. O documentário também mostra Peter Mayhew, Anthony Daniels e muitos outros atores.

Em outro trecho do making of, você vê um Mark Hamill realmente cansado depois de alguns ensaios para os duelos de sabre de luz com David Prowse. Os duelos do filme são muito mais ambiciosos que os do primeiro Star Wars, que depois veio a ser chamado de Episódio IV: Uma Nova Esperança.

É muito legal ver como o estúdio todo montado como o planeta gelado de Hoth, que teve suas cenas abertas filmadas na Noruega, onde o filme mostra a chegada da produção, em trens, tratores, e limpadores de neve. Tudo bem que em certa parte do filme você fica um tempão assistindo os tratores andando pra lá e pra cá ao som de John Williams, mas mesmo isto é interessante para entrar no clima da produção.

A trilha sonora se encaixa perfeitamente em outro momento do making of, quando uma nevasca interrompe as filmagens e a equipe tem que cobrir um snowspeeder com plástico para recomeçar depois. No documentário também temos a resposta para a pergunta, quantas pessoas são necessárias para levantar um Wampa várias vezes?

Uma das partes mais legais do filme é que a nos mostra o departamento de arte, com direito a um depoimento do mestre Stuart Freeborn apresentando um pequeno personagem chamado Yoda. O trabalho com miniaturas também é um dos pontos altos do documentário.

É muito bom poder ver como eles fizeram um filme tão incrível com tantos efeitos antes da chegada dos computadores, de uma forma artística e muito especial. Um belo exemplo disto é a retirada manual quadro a quadro dos fios dos snowspeeder na frente voando ao redor das pernas do AT-AT, que são depois gravadas através de uma enorme câmera. Foi usando técnicas rudimentares, mas efetivas que Han Solo conseguiu pilotar a Millennium Falcon no meio dos asteróides. Os fundos pintados de cena de Bespin também são incríveis.

O making of nos leva ao laboratório de sons do genial Ben Burtt, responsável por tantos efeitos sonoros maravilhosos que fazem parte do filme, e aos Anvil Studios, onde vemos um John Williams compenetrado ensaiando a Marcha Imperial com a London Symphony Orchestra. Não importa o departamento envolvido, o trabalho artístico que foi criado para transformar os sonhos de George Lucas em realidade é realmente espetacular.

Enfim, vou parar de escrever agora para não contar absolutamente tudo sobre o filme, se é que já não fiz isso. Sobre o documentário de Michel Parbot, minha última recomendação é que ele seja assistido, pois ele é um bom aperitivo pra esperar pelo misterioso Episódio IX, do qual só sabemos mesmo quem será dirigido por J.J. Abrams e terá a presença de atores novos e outros bem conhecidos dos fãs.

Se você for fã, e por acaso ainda não tiver visto o making of, faça um favor a si mesmo e assista o vídeo clicando abaixo, apesar da qualidade pra lá de sofrível.

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7 New Meltdown and Spectre-type CPU Flaws Affect Intel, AMD, ARM CPUs

THN - Wed, 14/11/2018 - 13:26
Disclosed earlier this year, potentially dangerous Meltdown and Spectre vulnerabilities that affected a large family of modern processors proven that speculative execution attacks can be exploited in a trivial way to access highly sensitive information. Since then, several more variants of speculative execution attacks have been discovered, including Spectre-NG, SpectreRSB, Spectre 1.1,

YouTube cogita barrar conteúdo na UE, caso reforma dos direitos autorais vire lei

MeioBit - Wed, 14/11/2018 - 09:30

O YouTube tem tudo para se tornar a plataforma mais afetada com a reforma dos direitos autorais na União Europeia, aprovada em setembro no Parlamento; ainda que ela precise passar por uma nova eleição para se tornar lei, especialistas apontam para a possibilidade dela ser de fato aprovada, mesmo com muitas empresas de tecnologia e boa parte da opinião pública contra a proposta.

Hoje o site recebe uma média de 400 horas de conteúdo novo por minuto, e por causa disso fica extremamente complicado se adequar ao Artigo 13 (PDF), o capítulo mais polêmico da nova lei. Ele diz que qualquer plataforma online atuante no bloco, pequena ou grande fica obrigada a implementar filtros automáticos de conteúdo protegido por direitos autorais, independente do formato, e sem qualquer cenário para Uso Aceitável (Fair Use). Pode ser uma foto, uma música, um trecho de um vídeo. Não pode e pronto, sem exceções.

Embora os defensores do projeto citem que a lei visa proteger pequenos criadores, a oposição defende que o Artigo 13 é um risco à internet, pois pode inviabilizar a manutenção de pequenos negócios (que não teriam como filtrar tudo) e tolher a criatividade e liberdade de expressão, pois poderia ser utilizado como uma ferramenta de censura. Ainda assim, acreditava-se que grandes conglomerados seriam capazes de se adequar.

Só que segundo a CEO do Youtube Susan Wojcicki, não é assim que a banda toca. No passado a executiva já havia dito que o Artigo 13 seria bastante danoso ao serviço, mas em um novo artigo publicado pelo Financial Times, ela explica que mesmo a maior plataforma de vídeos do planeta terá sérias dificuldades, tanto técnicas quanto financeiras para implementar o filtro automático, de forma que ele siga o que diz a nova lei.

No texto Wojcicki dá o exemplo do clipe Despacito, o vídeo mais visto do Youtube com mais de cinco bilhões de visualizações: há os direitos da música, do vídeo, dos autores, dos distribuidores e etc. A executiva diz que embora o serviço tenha contratos para pagar os royalties para todos os detentores dos copyrights, alguns deles permanecem desconhecidos e não são tão fáceis de serem contatados.

Caso a nova regulação vire lei, o YouTube passa a ser responsável por todo o material que hospeda, e deverá não só deletar todo o material protegido que venha a ser publicado por seus usuários, como ficará obrigado a reconhecer todos os detentores de direitos autorais de todos os vídeos que mantém em catálogo, para que o filtro funcione automaticamente em todas as ocasiões. É isso ou ser multado.

Vale lembrar que a Comissão Europeia para a Concorrência, na pessoa da comissária Margrethe Vestager ODEIA o Google e todos os seus serviços, e um cenário onde o Youtube não se adeque à nova lei é tudo o que ela precisa para multar a gigante de Mountain View mais uma vez.

Só que Wojcicki dá indícios de que o YouTube vai fazer a mesma coisa que o Google fez na Espanha e Alemanha, que custou bem caro para os jornais de ambos países: ao invés de quebrar a cabeça para reconhecer todos os detentores dos direitos, a plataforma cogita bloquear os vídeos na União Europeia, ao menos os que ela não conseguir ajustar ao Artigo 13.

Ou seja: ao invés dos donos dos copyrights comemorarem a cada vídeo de paródia, a cada gameplay com trilha sonora protegida, ou coisa que o valha bloqueado automaticamente, os conteúdos originais de grandes autores, músicos, cineastas e Youtubers profissionais perderão milhares, milhões de visualizações (e claro, muito dinheiro) em todo o bloco europeu, porque o YouTube se recusa a ter mais trabalho e gastar uma nota preta para se adequar à lei.

Eu consigo imaginar os donos dos direitos implorando para a comissária Gordon Vestager impedir o Youtube de fazer isso, mas assim como aconteceu com a desindexação dos sites de notícia na Espanha e Alemanha, a plataforma tem o direito de fazê-lo pois afinal, é uma decisão estratégica. Se isso acontecer, o máximo que o governo pode fazer é mandar todo mundo se virar para serem reconhecidos como detentores de copyrights, para que o Youtube possa desbloquear os vídeos sem ter problemas com a legislação.

No fim, caso o projeto vire lei e isso venha mesmo a acontecer, vai ser algo divertido de se ver.

Por via das dúvidas, é bom se preparar desde já.

Com informações: YouTube Creators Blog, Financial Times.

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63 New Flaws (Including 0-Days) Windows Users Need to Patch Now

THN - Wed, 14/11/2018 - 07:55
It's Patch Tuesday once again…time for another round of security updates for the Windows operating system and other Microsoft products. This month Windows users and system administrators need to immediately take care of a total of 63 security vulnerabilities, of which 12 are rated critical, 49 important and one moderate and one low in severity. <!-- adsense --> Two of the vulnerabilities

Conheça os indicados ao The Game Awards 2018

MeioBit - Wed, 14/11/2018 - 07:47

No dia 6 de dezembro acontecerá a edição deste ano The Game Awards e por se tratar de uma das premiações mais respeitadas do planeta, muitos jogadores ficarão de olho nos jogos que sairão vencedores das 30 categorias.

Com uma temporada repleta de excelentes lançamentos, a disputa promete ser bastante acirrada e ao olharmos para o prêmio principal, o que mais chama a atenção a presença do Celeste, jogo independente que dificilmente terá chance contra gigantes como um Red Dead Redemption 2 ou God of War, mas que só de ter sido indicado já pode ser considerado uma vitória.

E por falar nos jogos da Rockstar e da Santa Monica Studio, sem muita surpresa eles foram os títulos com o maior número de indicações, oito ao todo e é muito provável que saiam do evento carregados de prêmios. Outros jogos que também se destacaram nesse sentido foram o Marvel’s Spider-Man e o Fortnite.

Abaixo você confere a lista com as principais categorias e se quiser participar da escolha, poderá dar o seu voto em cada uma delas clicando neste link.

Jogo do Ano

  • Assassin’s Creed Odyssey
  • Celeste
  • God of War
  • Marvel’s Spider-Man
  • Monster Hunter: World
  • Red Dead Redemption 2

Melhor Jogo de Ação

  • Call of Duty: Black Ops 4
  • Dead Cells
  • Destiny 2: Forsaken
  • Far Cry 5
  • Mega Man 11

Melhor Jogo de Ação/Aventura

  • Assassin’s Creed: Odyssey
  • God of War
  • Marvel’s Spider-Man
  • Red Dead Redemption 2
  • Shadow of the Tomb Raider

Melhor RPG

  • Dragon Quest XI
  • Monster Hunter: World
  • Ni no Kuni II
  • Octopath Traveler
  • Pillars of Eternity II: Deadfire

Melhor Direção

  • A Way Out
  • Detroit: Become Human
  • God of War
  • Marvel’s Spider-Man
  • Red Dead Redemption 2

Melhor Narrativa

  • Detroit: Become Human
  • God of War
  • Life is Strange 2: Episode 1
  • Marvel’s Spider-Man
  • Red Dead Redemption 2

Melhor Jogo Continuo

  • Destiny 2: Forsaken
  • Fortnite
  • No Man’s Sky
  • Overwatch
  • Tom Clancy’s Rainbow Six Siege

Melhor Direção de Arte

  • Assassin’s Creed Odyssey
  • God of War
  • Octopath Traveler
  • Red Dead Redemption 2
  • Return of the Obra Dinn

Melhor Trilha/Música

  • Celeste
  • God of War
  • Marvel’s Spider-Man
  • Ni no Kuni II: Revenant Kingdom
  • Octopath Traveler
  • Red Dead Redemption 2

Melhor Design de Áudio

  • Call of Duty: Black Ops 4
  • Forza Horizon 4
  • God of War
  • Marvel’s Spider-Man
  • Red Dead Redemption 2

Melhor Jogo Independente

  • Celeste
  • Dead Cells
  • Intro the Breach
  • Return of the Obra Dinn
  • The Messenger

Melhor Atuação

  • Bryan Dechart como Connor, em Detroit: Become Human
  • Christopher Judge como Kratos, em God of War
  • Melissanthi Mahut como Kassandra, em Assassin’s Creed Odyssey
  • Roger Clark como Arthur Morgan, em Red Dead Redemption II
  • Yuri Lowenthal como Peter Parker, em Marvel’s Spider-Man

Prêmio Games for Impact

  • 11-11 Memories Retold
  • Celeste
  • Florence
  • Life is Strange 2
  • The Missing: JJ Macfield and the Island of Memories

Melhor Jogo Mobile

  • Donut County
  • Florence
  • Fortnite
  • PUBG MOBILE
  • Reigns: Game of Thrones

Melhor Jogo de RV/RA

  • ASTRO BOT Rescue Mission
  • Beat Saber
  • Firewall Zero Hour
  • Moss
  • Tetris Effect

Melhor Jogo de Luta

  • BlazBlue: Cross Tag Battle
  • Dragon Ball FighterZ
  • Soul Caliber VI
  • Street Fighter V Arcade

Melhor Jogo Família

  • Mario Tennis Aces
  • Nintendo Labo
  • Overcooked 2
  • Starlink: Battle for Atlas
  • Super Mario Party

Melhor Jogo de Esporte/Corrida

  • FIFA 19
  • Forza Horizon 4
  • Mario Tennis Aces
  • NBA 2K19
  • Pro Evolution Soccer 2019

Melhor Jogo Multiplayer

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Mas na sua opinião, quem merece sair como grande vencedor do The Game Awards 2018?

O post Conheça os indicados ao The Game Awards 2018 apareceu primeiro em Meio Bit.

Microsoft Patch Tuesday — November 2018: Vulnerability disclosures and Snort coverage

Talos - Tue, 13/11/2018 - 16:53
Microsoft released its monthly security update today, disclosing a variety of vulnerabilities in several of its products. The latest Patch Tuesday covers 53 vulnerabilities, 11 of which are rated "critical," 40 that are rated "important” and one “moderate” and “low” vulnerability, each.

The advisories cover bugs in the Chakra scripting engine, Microsoft Outlook and DirectX.

This update also includes three advisories. One covers vulnerabilities in Adobe Flash Player, and another covers important bugs in the Microsoft Surface tablet. Additionally, there is guidance for how users should configure BitLocker in order to properly enforce software encryption.

For more on our coverage for these vulnerabilities, check out the SNORTⓇ blog post here.

Critical vulnerabilitiesMicrosoft disclosed 11 critical vulnerabilities this month, which we will highlight below. There is also a critical advisory covering Adobe Flash Player.

CVE-2018-8541, CVE-2018-8542, CVE-2018-8543, CVE-2018-8551, CVE-2018-8555, CVE-2018-8556, CVE-2018-8557 and CVE-2018-8588 are all memory corruption vulnerabilities in the Chakra scripting engine. They all lie in the way that the scripting engine handles objects in memory in the Microsoft Edge internet browser. These vulnerabilities could corrupt memory in a way that an attacker could execute code in the context of the current user. An attacker needs to convince a user to open a specially crafted, malicious website on Microsoft Edge in order to exploit these bugs.

CVE-2018-8476 is a remote code execution vulnerability in the Windows Deployment Services TFTP server. The bug lies in the way the TFTP server handles objects in memory. An attacker could exploit this vulnerability by supplying the user with a specially crafted request.

CVE-2018-8553 is a remote code execution vulnerability in Microsoft Graphics Components that lies in the way Graphics Components handles objects in memory. An attacker can exploit this vulnerability by providing the user with a specially crafted file.

CVE-2018-8544 is a remote code execution vulnerability that exists in the way that the VBScript engine handles objects in memory. An attacker needs to trick a user into visiting a specially crafted website on Internet Explorer in order to exploit this vulnerability. Alternatively, the attacker could also embed an ActiveX control marked "safe for initialization" in an application or Microsoft Office document that hosts Internet Explorer’s rendering engine.

ADV180025 addresses several vulnerabilities in Adobe Flash Player, which are outlined by Adobe in a separate release. Microsoft recommends updating to the latest version of Flash Player, as well as disabling Flash on its web browsers.

Important vulnerabilitiesThere are also 40 important vulnerabilities in this release. We would like to specifically highlight seven of them.

CVE-2018-8256 is a remote code execution vulnerability in PowerShell when it improperly handles specially crafted files. An attacker could execute malicious code on a vulnerable system. This update fixes the vulnerability by ensuring that PowerShell properly handles files.

CVE-2018-8574 and CVE-2018-8577 are remote code execution vulnerabilities in Microsoft Excel that occurs when the software fails to properly handle objects in memory. An attacker could exploit this bug by tricking the user into opening a specially crafted Excel file, either as an email attachment or another method.

CVE-2018-8582 is a remote code execution vulnerability in Microsoft Outlook when the software fails to properly parse specially modified rule export files. Users who have their settings configured to allow fewer user rights are less impacted by this vulnerability than those who operate with administrative user rights. Workstations and terminal servers that use Microsoft Outlook are also at risk. An attacker needs to convince a user to open a specially crafted rule export file in an email in order to trigger this bug.

CVE-2018-8450 is a remote code execution vulnerability that exists when Windows Search handles objects in memory. An attacker could trigger this vulnerability by sending a specially crafted function to the Windows Search service, or via an SMB connection.

CVE-2018-8550 is an elevation of privilege in Windows COM Aggregate Marshaler. An attacker who successfully exploits the vulnerability could run arbitrary code with elevated privileges. The vulnerability does not directly allow the user to execute arbitrary code, but it could be used in conjunction with other bugs to execute code with elevated privileges.

CVE-2018-8570 is a remote code execution vulnerability in Internet Explorer that exists when the web browser improperly accesses objects in memory. An attacker could exploit this bug by hosting a malicious website on Internet Explorer and then convincing the user to visit the link.

The other important vulnerabilities are:
Moderate vulnerabilitiesThe one moderate vulnerability is CVE-2018-8546, a denial-of-service vulnerability in the Skype video messaging service.

Low vulnerabilityThere is also one low-rated vulnerability, CVE-2018-8416, which is a tampering vulnerability in the .NET Core.

CoverageIn response to these vulnerability disclosures, Talos is releasing the following SNORTⓇ rules that detect attempts to exploit them. Please note that additional rules may be released at a future date and current rules are subject to change pending additional information. Firepower customers should use the latest update to their ruleset by updating their SRU. Open Source Snort Subscriber Rule Set customers can stay up-to-date by downloading the latest rule pack available for purchase on Snort.org.


Snort rules: 32637, 45142, 45143, 48399 - 48404, 48374 - 48388, 48393 - 48395, 48360 - 48373, 48408 - 48410

Another Facebook Bug Could Have Exposed Your Private Information

THN - Tue, 13/11/2018 - 16:45
Another security vulnerability has been reported in Facebook that could have allowed attackers to obtain certain personal information about users and their friends, potentially putting the privacy of users of the world's most popular social network at risk. Discovered by cybersecurity researchers from Imperva, the vulnerability resides in the way Facebook search feature displays results for

Galaxy A7 (2018) chega ao Brasil com câmera tripla e com preço menos salgado

MeioBit - Tue, 13/11/2018 - 15:10

A Samsung aproveitou o começa da tarde desta terça-feira (13) para anunciar o Galaxy A7 de 2018. Equipado com câmera tripla na parte traseira e processador Exynos de oito núcleos, o aparelho chama atenção pelo leitor de impressões digitais na lateral do celular – exatamente como faziam os Xperias da Sony.

Três olhos na traseira e um na frente

O Galaxy A7 de 2018 é o primeiro celular com câmera tripla que é lançado oficialmente no Brasil, além de ser o primeiro da Samsung com leitor de impressões que fica na lateral do gadget. O principal recurso é a câmera, então vamos lá.

A lente principal na parte traseira tem 24 megapixels de abertura f/1.7 e promete bons resultados mesmo em ambientes mais escuros. A segunda lente é de ângulo maior e registra imagens com até 8 megapixels, com 120 graus de visualização e que lembra bastante o que a GoPro faz com as fotos e vídeos.

A terceira lente, com 5 megapixels, é utilizada apenas para fazer cálculos sobre distância para melhorar as fotos no modo retrato. Na frente há outra lente de 24 megapixels e o software é capaz de utilizar o flash LED que está lá para simular a iluminação de estúdio no modo retrato, que embaça o fundo e não deixa a abertura f/2.0 atrapalhar selfies noturnas.

Ok, o que tem além da câmera?

A tela é uma Super AMOLED de 6 polegadas, com proporção semelhante ao que o Galaxy S9 entrega e resolução de 2220 x 1080 pixels, que é o Full HD esticado para o 18.5:9 do display. O processador é um Exynos 7885 Octa que roda oito núcleos em até 2.2 GHz e no Brasil apenas a versão de 4 GB de RAM, mas a memória interna pode ser de 64 GB ou 128 GB – há espaço na bandeja para dois SIM cards e um cartão microSD, convivendo em paz.

Calma amiguinho, tem mais!

Junto do Galaxy A7, a Samsung também trouxe ao Brasil uma versão do Galaxy Watch com conexão 4G. Ele é exatamente o mesmo relógio que a empresa já lançou no Brasil em agosto deste ano, só que com a possibilidade de andar com o smartwatch sem levar o celular no bolso e ainda assim atender uma chamada – para vocês que ainda utilizam o app Telefone no smartphone.

Em resumo, o Galaxy Watch é um relógio inteligente de tela redonda, com caixa de 42 mm ou 46 mm e que trabalha com tela de 1,2 ou 1,3 polegada respectivamente. O processador é um Exynos 9110 e há 1,5 GB de RAM, com 4 GB de espaço interno. O Tizen controla tudo e existem apps terceiros como Spotify, Uber e algumas soluções terceiras para acompanhar exercícios físicos.

A Vivo é, por enquanto, a única operadora brasileira que oferece suporte para a conexão com o relógio (por mais que a Claro trabalhe com a mesma tecnologia com o Apple Watch). Para o Galaxy Watch ser reconhecido pela rede é necessário um plano pós-pago e o plano Vivo Sync, que custa R$ 19,99 por mês – valor extra e que é adicionado ao plano contratado, claro.

Quando e quanto?

O Galaxy A7 de 2018 chega ao Brasil nas cores azul, preto e cobre, a partir desta semana e custando R$ 2.199 para o modelo de 64 GB de R$ 2.499 para dobrar o espaço interno. O Galaxy Watch com 4G começa a ser vendido hoje (13) nas lojas da Vivo, por R$ 2.599 para a caixa de 42 mm em preto e dourado, e R$ 2.799 para 46 mm apenas na cor prata.

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Stan, The Man – um tributo

MeioBit - Tue, 13/11/2018 - 15:04

Stan Lee não era perfeito, e ao passar suas imperfeições humanas para seus personagens, ele os tornou muito melhores que os heróis perfeitos da distinta concorrência. Agora Stan nos deixou, deixando-nos com um belo problema: Homenagear heróis é fácil, mas o quê dizer de um criador de heróis? Como se agradece a alguém que criou um Universo?

Primeiro, não com reverência ou medo. Stan não é um Criador malvado. Ele lembra mais Thor em Stargate SG-1, um alienígena confundido com um deus por humanos primitivos. Em um episódio um Goa’uld ordena que o humano se ajoelhe “diante de seu deus”. O humano se recusa: “Meu deus é Thor, e ele nos ensinou a ficar de pé, como iguais!

Stan Lee cresceu em Nova York durante a Grande Depressão, serviu no Exército na 2a Grande Guerra como escritor e criador, produzindo material de propaganda e treinamento. Ele viu o ser humano em sua condição mais frágil, lidou com a realidade de um mundo em guerra, mas nunca perdeu a esperança, nunca deixou de acreditar nas pessoas.

Eu não estou preocupado em fazer uma biografia detalhada de Stan Lee, nem listar todos os personagens que ele criou, a Wikipedia existe pra isso. Também não me preocupo com as polêmicas de quem criou o quê, se filho feio não tem pai quando a criança é bonita e rica, aparece um monte. Stan Lee é grande mas o que ele representa é maior ainda, seu impacto vai muito além do que ele criou, ele é responsável por inspirar muito mais.

Não estou dizendo que não gosto dos personagens da DC. Eu cresci com eles, Batman ainda é o maior de todos os heróis, e o Super-Homem é um arquétipo, praticamente um deus vivendo entre homens, representa tudo de bom e certo, perfeito e infalível, e por isso mesmo, por mais que eu o adore não consigo me identificar com o personagem.

Representatividade é importante, as crianças, todos os leitores precisam de personagens com que se identifiquem, e Stan Lee fez isso, mas não no sentido rasteiro da lacração, que considera toda mídia um espelho. A empatia gerada pelos personagens de Stan Lee vai muito além da cor da pele ou de uma fortuidade genética. Eu me identifico com os personagens por causa de seus defeitos. Eles são personagens imperfeitos, o que é perfeito para um mundo imperfeito.

Isso mesmo. Stan Lee quebrou o brinquedo e com isso fez com que milhões de leitores passassem a ver gibis como muito mais do que sujeitos usando cueca por cima da calça se pegando de porrada. E isso aconteceu quase por acaso. Ele já trabalhava para o editor Martin Goodman desde 1941, escrevendo para a Timely Comics, mas Goodman só queria saber do que estava na moda, era um seguidor de tendências, ao invés de criá-las.

Isso acabou cansando Stan, que não aguentava mais escrever romances açucarados, faroestes, histórias de gangsters. Quando veio a missão de aproveitar (mais uma vez) a onda e lançar vários títulos de super-heróis, Stan estava a ponto de mudar de carreira. Joan, sua esposa sugeriu que ele chutasse o pau da barraca e escrevesse as histórias que queria escrever, sem seguir o molde da DC e de todo mundo.

Ele escreveu sobre o que conhecia; a vida no Bronx, as dificuldades do dia-a-dia, o quanto por mais poderes que um herói pudesse ter, no final do dia ele era uma pessoa comum, com necessidades, problemas e dúvidas. ISSO bateu muito mais fundo do que se Stan Lee tivesse criado uma história sobre um super-herói que na identidade secreta fosse um nerd gordo da baixada fluminense.

Fredric Wertham acusava os gibis de serem perigosos e deturparem a mente das crianças. Ele acreditava tanto nisso que mentiu e falsificou pesquisas para provar sua crença. Pais que nunca se deram ao trabalho de abrir um gibi consideravam essas histórias escapistas, simplórias, descartáveis. Em grande parte é verdade, mas no meio delas há lições e uma moralidade igualmente simples. Grandes poderes trazem grandes responsabilidades, e pisar nos mais fracos é errado. Usar seus poderes para benefício próprio é errado. Destratar o diferente, é errado.

Stan Lee não tinha medo de mostrar esse lado errado. Na primeira página da primeira aparição do Homem-Aranha, em Amazing Fantasy #15 de 1962 Peter Parker é ridicularizado por ser um nerd:

Peter é mostrado como um aluno excelente, com uma família amorosa, mas um nerd de ciências, tímido e rejeitado. O grande diferencial é que assim como na vida real, ele se ressentia com essa rejeição, todos os nerds na mesma condição leram o último quadrinho e algo clicou em suas mentes “essa história é diferente, eles me entendem.”

Aqui a história poderia se desenrolar seguindo o caminho da vingança, Parker participa de um evento de Luta Livre, depois que ganha seus poderes de aranha, rapidamente tem sucesso, dinheiro, um futuro mas sua timidez e isolamento social o transformaram em um egoísta, e ele comete o erro fatal: Diz “não é problema meu” e deixa fugir um assaltante, que mais tarde irá matar o Tio Ben.

Stan jogou com as expectativas do leitor, ele fez com que a gente se identificasse com o Parker, apenas para termos noção de nosso próprio egoísmo.

Stan adorava fazer isso, transformar quadrinhos em histórias com lições de moral, como os velhos mitos e contos de fadas. Só que não era algo simplório como os desenhos do He-Man. No maniqueísta mundo dos quadrinhos, os personagens de Stan Lee eram cinza. O Homem-Aranha era visto como ameaça por boa parte da cidade, e a cruzada de JJ Jameson contra vigilantes mascarados não deixa de ter seu mérito, afinal como pode alguém que diz defender a Lei ignorá-la agindo por conta própria, sem supervisão, controle ou responsabilidade?

Em tempos onde ativismo social social se resume a culpar os outros por ter nascido, chega a ser impensável um Stan Lee, que traduziu tão bem os problemas de sua época para a linguagem de seus leitores. Muitos anos antes de saber quem foram Martin Luther King, Jr e Malcolm X, eu já sabia quem eram o Professor X e Magneto, Os X-Men ampliaram a discussão racial para uma metáfora sobre preconceito de todo tipo.

O leitor era (provavelmente) humano, mas ao ver a história sob o ponto de vista dos mutantes, entendia a desconfiança deles, e Magneto, por mais vilão que fosse, tinha seus motivos e seus objetivos eram nobres. Por décadas os personagens foram adotados por populações marginalizadas e abraçados por leitores que entendiam a lição.

Quando Stan Lee decidiu criar um super-herói negro, quebrou todas as expectativas. OK, tecnicamente o Pantera-Negra Não seja o primeiro super-herói afro-americano, ele é o primeiro afro-africano, apareceu em Julho de 1966 na capa do Fantastic Four #52, em uma história onde ele quase derrota o Quarteto, tem tecnologia que impressiona Reed Richard e é o homem mais rico do mundo.

Isso mesmo, a mídia infantil escapista de histórias bobas colocava um negro como super-herói, trilionário, REI em 1966, mesma época em que o simples ato de um negro casar com uma branca era ILEGAL em mais da metade dos Estados Unidos.

Curiosidade: em 1967 surgiu o partido dos Panteras Negras, grupo violento que causou bastante problema durante o movimento dos Direitos Civis. Por um tempo para evitar confusões e acusações políticas, o personagem mudou de nome para Leopardo Negro, e isso foi devidamente explicado no próprio gibi.

Nem todo mundo gostava dessa abordagem, claro, e Stan Lee em seus editoriais nos gibis chegou a tocar nesse tema:

“De tempos em tempos recebemos cartas de leitores imaginando por quê temos tantas mensagens morais em nossas revistas. Eles apontam que gibis deveriam ser uma leitura escapista, e nada  mais.

Mas, de alguma forma, eu não consigo enxergar desse jeito. Para mim uma história sem mensagem, mesmo que subliminar, é como um homem sem uma alma. De fato, mesmo a literatura mais escapista de todas – velhos contos de fadas e lendas heroicas- contêm pontos de vista morais e filosóficos.

Stan Lee também era zoeira!

Em toda faculdade em que eu faço um discurso, há tanta discussão sobre guerra e paz, direitos civis e a chamada revolução jovem, quanto em nossas revistas.

Ninguém vive em um vácuo. -nenhum de nós permanece intocado pelos eventos à nossa volta – Eventos que dão forma às nossas histórias da mesma forma com  que moldam nossas vidas. Claro que nossas histórias podem ser chamadas de escapistas, mas só porque algo é divertido, não quer dizer que tenhamos que cobrir nossos cérebros com um cobertor quando estamos lendo!

Excelsior!

Stan Lee”

Mais que um contador de histórias, Stan Lee era um moldador de mentes, com pequenas lições ajudando a forjar caráter.

Há Controvérsias

Stan Lee foi acusado de aparecer mais do que deveria, de capitalizar em cima do trabalho dos outros, mas em verdade ele era um showman, ele era a figura pública de uma indústria de introvertidos. Stan adorava quadrinhos, adorava a Marvel, o que tinha de entusiasmado tinha de péssimo gerente, claro, e por isso tantos de seus empreendimentos deram errado, mas ele nunca desanimou.

Mesmo podendo se aposentar, Stan Lee nunca parou de trabalhar, ele era obcecado, todo dia 9 da manhã estava no escritório ajudando a produzir filmes e séries, emprestando sua imagem e prestígio para produtos bons, e alguns não tão bons…

Ele era uma presença constante em um mundo de anônimos famosos. A maioria dos leitores é incapaz de reconhecer mesmo os autores mais famosos. pouquíssimos nomes são associados a rostos, Neil Gaiman todo mundo reconhece, assim como é simples para qualquer fã olhar e identificar na hora Alan Moore:

Stan Lee não, ele era o rosto dos quadrinhos para o resto do mundo, fosse um apresentador de talk show em rede nacional, fosse um garotinho com um gibi na mão, tímido com medo de pedir um autógrafo. Todos eram tratados igual, todos eram “true believers”, mesmo os fãs da Distinta Concorrência, como Stan chamava a DC Comics.

Ele não era a Marvel, ele representava toda uma mídia, toda uma forma de arte, era um criador responsável por um Universo e embaixador de inúmeros outros, e respeitado a ponto da DC deixar que ele brincasse com suas propriedades mais valiosas:

Esse velhinho que criava mitos já estava cansado, sua visão falhando, e com a morte de Joan, sua esposa por 65 anos em 2017, ele perdeu muita da alegria de viver, também foi achacado por abutres atrás de seu dinheiro, mas mesmo assim não dá pra dizer que Stan Lee teve uma vida ruim.

Ele foi reconhecido amado e homenageado em vida, tanto por seus pares quanto por seus fãs. Onde ele colocasse o pé, era recebido com sorrisos. Vejam esta foto durante sua participação em Big Bang Theory. Só há sinceridade e carinho nesse beijo da Kaley Cuoco:

Stan escrevia histórias que eram desprezadas pro professores, pais e adultos em geral, eram vendidas em postos de gasolina e farmácias, consideradas uma forma de arte menor mesmo entre os que a apreciavam -estou olhando pra você, Europa- Suas idéias e aventuras épicas migraram para a TV sofrendo horríveis reduções em escala, em nome do orçamento. Quadrinhos eram um gueto cuja fronteira aquele judeu magrinho do Bronx sonhava ultrapassar, e ele conseguiu!

Aos poucos Hollywood percebeu que era possível contar grandes histórias baseadas em quadrinhos, a Marvel, que chegou às portas da falência e teve que fatiar seus personagens e alugá-los para diversos estúdios se tornou uma potência cinematográfica. Nada mais era impossível, tudo que Stan Lee havia sonhado era realidade no mundo de fantasia do cinema. Sem gambiarras, sem limitações orçamentárias.

Tony Stark, Thor, até mesmo o Hulk estavam lá. E sabe quando a ficha caiu, quando eu percebi isso? Somente nesta cena de Guerra Civil:

O ciclo se fechou, a Marvel do cinema voltou pra casa. Levou anos, custou uma fortuna mas felizmente eles tinham as duas coisas. Na hora certa, no tempo certo, depois de tantos altos e baixos, agora que já sabiam como fazer um bom filme de super-herói, podiam consertar o Homem-Aranha. E crianças, eles consertaram.

O maior presente que Stan Lee poderia receber do Universo, ele recebeu: Viu todas as suas criações se tornarem carne e osso na tela do cinema, poderosos em toda sua glória. Incontáveis pessoas trabalharam para levar essas histórias para a grande tela, mas elas não existiriam se Stanley Martin Lieber não criasse, com sua fiel máquina de escrever aqueles personagens.

Se ver o Universo Marvel no cinema foi um presente para os fãs, imagine para seu criador. Depois de Guerra Infinita, é justo imaginar que Stan Lee, depois de ver sua Criação e constatar que ela era boa, tenha finalmente descansado.

Vá em paz, obrigado por tudo, Stan.

Excelsior!

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Aardman Animations agora é dos seus funcionários

MeioBit - Tue, 13/11/2018 - 11:30

Os fundadores da Aardman Animations, Peter Lord e David Sproxton, tomaram a decisão de passar o controle acionário do estúdio de animação para os seus 140 funcionários, assim 75% das ações foram colocadas em um fundo, que será administrado pelos empregados, que devem estar realmente muito felizes.

Lord e Sproxton dizem que não pretendem se aposentar tão cedo, e que estão fazendo isso pra proteger a independência do estúdio. Eles definitivamente não queriam que a Aardman Animations fosse comprada por nenhuma empresa gigante, e acabasse perdendo sua personalidade e suas características próprias.

O caminho que os sócios da Aardman Animations resolveram seguir pode ser pouco comum, mas mostra que eles valorizam acima de tudo os profissionais que sempre estiveram ao lado da empresa, lutando para que ela fizesse sucesso, uma atitude muito louvável.

É claro que os dois fundadores não vão sair de mão abanando, já que pelo acordo, devem ganhar alguns milhões de libras esterlinas, e também vão manter 25% das ações da Aardman Holdings, grupo controla o estúdio, ou seja, o negócio pelo visto foi bom para todos os envolvidos. Dito isso, no caso da Aardman Animations, o mais importante definitivamente não era o lado financeiro.

A bem da verdade, dinheiro nunca foi um problema para a Aardman, já que eles ganham muito com licenciamento da imagem de seus personagens no mundo inteiro, especialmente Shawn, o Carneiro, que faz bastante sucesso no mercado do Japão, como lembra o The Guardian, isso sem falar nas várias campanhas de publicidade que eles sempre fizeram para grandes marcas.

Peter Lord valoriza a independência que o seu estúdio sempre teve, mesmo fazendo uma parceria de distribuição com a gigante Dreamworks para o lançamento mundial de A Fuga das Galinhas, em 2000. Nas suas palavras: “nós sempre acreditamos que a independência era nosso ponto forte. Nós não tínhamos que dançar para a música de outras pessoas, e podíamos tomar nossas próprias decisões.”

Ele disse ao Hollywood Reporter que a empresa não teve tantas ofertas assim ao longo dos anos, mas que durante a distribuição mundial de A Fuga das Galinhas, Jeffrey Katzenberg fez uma sondagem para saber se eles não queriam vender o estúdio, uma oferta que foi prontamente recusada. Em suas palavras, os motivos para ele e seu sócio não terem vendido a Aardman Animations: “nós resistimos pois somos éramos independentes e ainda somos.” Lord também falou sobre a falta de propostas desde então com muito bom humor: “é quase insultante, na verdade”.

Brincadeiras à parte, a Aardman Animations vai continuar funcionando da mesma forma. Seus diretores vão continuar em suas funções, e o estúdio vai criar um novo conselho executivo, com Peter Lord como diretor criativo, e David Sproxton como o diretor administrativo provisório, enquanto eles não encontram um substituto para essa função, já que ele pretende permanecer na Aardman Animations apenas como consultor a partir do ano que vem.

Nick Park, vencedor do Oscar por Wallace & Gromit: A Batalha dos Vegetais (e também co-diretor de A Fuga das Galinhas em parceria com Peter Lord), será parte chave do conselho da Aardman Animations, e continuará a manter o direito de propriedade intelectual de suas criações através de empresas como a Wallace & Gromit Limited, que ele tem em parceria com a já citada Aardman Holdings.

A Aardman Animations foi criada em 1972, e ficou conhecida mundialmente por seus trabalhos em stop-motion nos anos 80, quando criou clipes como o sensacional Sledgehammer de Peter Gabriel, que fez história na MTV, emissora para a qual a Aardman também criou a série Angry Kid.

O estúdio chegou ao ápice do sucesso em 2006, quando venceu o Oscar de melhor animação de longa-metragem pelo já citado Wallace & Gromit: A Batalha dos Vegetais, que foi o primeiro longa feito com essa técnica a ganhar um Oscar, e pode ser assistido na Netflix, coroando uma história de sucesso da empresa com a Academia.

Bem antes disso, Nick Park e a Aardman Animations já tinham ganho alguns outros Oscars de curta-metragem de animação. Ambos foram agraciados em 1990, com o Oscar por Creature Comforts, e todos os quatro curtas que formam a série Wallace & Gromit (ao lado do de A Batalha dos Vegetais) também foram indicados ao Oscar, sendo que dois deles efetivamente venceram.

O estúdio de stop-motion continua com a criatividade em alta, e lançou este ano a animação O Homem das Cavernas (no original se chama Early Man), novo filme de Nick Park, no qual dois amigos precisam salvar sua vila de um vilão muito mais poderoso, vivido por Tom Hiddleston. O elenco também tem Eddie Redmayne e Maisie Williams, além do próprio Nick Park. Os próximos projetos também já estão definidos, o segundo filme de Shaun o Carneiro, que deve se chamar Farmageddon, chega no ano que vem, e depois disto, a Aardman Animations vai produzir A Fuga das Galinhas 2, a continuação do seu maior sucesso comercial.

A Aardman Animations sempre cuida muito bem dos seus funcionários, sejam eles os 140 fixos, com também os vários profissionais que trabalham como freelancers, um número variável, mas que pode chegar até 180 pessoas extras, nos períodos nos quais o estúdio está produzindo os seus longas. De acordo com a política da empresa, qualquer pessoa que tiver trabalhado lá por três meses, em qualquer ano, tem direito a um bônus como participação nos lucros do estúdio, que são consideráveis. No ano passado, eles tiveram um lucro de 2,5 milhões de libras esterlinas, com vendas totais de 30 milhões. Deve ser muito bom trabalhar nesse estúdio.

A empresa lançou no domingo passado um game sobre a Primeira Guerra Mundial com um visual artístico, 11-11: Memories Retold. A data de lançamento foi no dia 11/11, prestando uma homenagem aos 100 anos do Dia do Armistício, que marcou o fim das hostilidades na Primeira Guerra Mundial, e o jogo parece bem promissor, mas vamos deixar pra falar dele em outro post, assim que conseguirmos testá-lo. Esse está longe de ser o primeiro jogo da empresa, que empresa começou com o jogo Chicken Run, lançado pela Blitz Games para o PlayStation original em 2000, e de lá pra cá, fez muitas parcerias e lançou vários jogos.

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Cynet Review: Simplify Security with a True Security Platform

THN - Tue, 13/11/2018 - 10:34
In 1999, Bruce Schneier wrote, "Complexity is the worst enemy of security." That was 19 years ago (!) and since then, cyber security has only become more complex. Today, controls dramatically outnumber staff available to support them. The Bank of America has a $400-million cyber budget to hire security staff and implement a broad array of products. But what if your budget and

Apple confirma: co-processador T2 pode impedir reparos em Macs feitos por terceiros

MeioBit - Tue, 13/11/2018 - 09:30

Vai comprar um Mac novo? Pois saiba que muito provavelmente estará preso à Apple no que tange a reparos: desde a introdução do co-processador de segurança T2, responsável por recursos de criptografia e segurança, a companhia adotou um novo procedimento de manutenção que exige a execução de um software proprietário, inacessível a assistências técnicas não autorizadas.

Embora o fato seja conhecido há algum tempo, somente agora a Apple confirmou a prática. Ou quase isso.

Em outubro, o site Motherboard colocou as mãos em um documento da Apple enviado aos Centros de Serviço Autorizado Apple (AASP), que descreve os passos para a autenticação de intervenções em qualquer Mac equipado com o T2; incluído no iMac Pro e em todos os computadores lançados depois (incluindo os novos MacBook Air e Mac mini, este último com seus próprios problemas), o chip exige a execução de um software chamado Apple Service Toolkit 2, ou AST 2 sempre que um display, placa lógica, Touch ID, memória Flash, teclado, trackpad ou mesmo a carcaça externa forem substituídos, dependendo do modelo.

Após a substituição das peças, o técnico credenciado deve executar o AST 2 para que o Apple T2 reconheça o procedimento, permitindo que o dispositivo possa ser utilizado. Caso contrário, o Mac consertado entra em um modo de “reparo incompleto”, deixando o computador inoperante.

A Apple teria fornecido a ferramenta apenas para serviços autorizados, além de exigir login e uma conta registrada nos servidores da maçã, o que restringe ao máximo reparos feitos por curiosos ou técnicos não credenciados. E essa nem foi a primeira vez que a Apple faz algo do tipo, só que até então a empresa era mais leniente com a linha Mac. Não mais.

Até ontem, a empresa permanecia silenciosa e não comentava nada a respeito do AST 2, mas mudou de ideia e decidiu explicar as coisas à sua maneira. Em nota ao site The Verge, a Apple disse que o T2 é capaz de impedir reparos feitos por pessoal não autorizado em certas ocasiões, mas deixa claro que a principal função do chip é proteger os dados do Touch ID, bem como tornar o boot mais seguro. Exatamente por isso, o componente tem sido responsabilizado por dificultar a instalação do Linux em dual-boot.

No entanto, restam algumas dúvidas. Primeiro, a Apple não deixou claro se o procedimento de validação de reparos com o AST 2 vale para o iMac Pro, lançado em 2017; segundo, ao que tudo indica o método ainda não foi posto em prática, já que o iFixit conseguiu trocar até mesmo placas lógicas e utilizar os Macs reparados. Há quem diga que o chip reconheça peças já validadas, originais da Apple e restrinja o acesso principalmente a componentes fabricados por terceiros.

O problema de restringir reparos por terceiros, limitando o uso de peças originais é polêmico, pois mais uma vez a Apple está fazendo de tudo para que seu consumidor dependa dela para todo o sempre; enquanto esse tipo de estratégia possa funcionar para dispositivos móveis, implementa-la a computadores pessoais, mesmo desktops chega a ser ridículo.

Tal atitude da Apple põe em xeque até mesmo o próximo Mac Pro, que a companhia promete ser totalmente modular; a pergunta é, o usuário vai poder trocar as peças livremente, ou será obrigado a levar o gabinete a uma Apple Store, toda vez que quiser substituir o processador ou a placa de vídeo?

Com informações: The Verge.

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