News aggregator

Facebook vai afinal coletar dados do usuário através do Portal

MeioBit - Thu, 18/10/2018 - 09:30

O Facebook revelou na semana passada o Portal, seu próprio assistente virtual com display, câmera e microfone para rivalizar com o Amazon Echo Show. Ele permite a realização de chamadas de vídeo pelo Messenger, aceita comandos de voz através da Alexa e como não podia deixar de ser, veio com uma série de preocupações a respeito da segurança dos usuários.

A princípio o Facebook garantiu que o Portal era seguro e que a princípio nenhum dado seria coletado, mas a empresa já voltou atrás nesse aspecto.

Quando os dois modelos do assistente, o Portal e o Portal Plus foram revelados, o Facebook garantiu ao site Recode que “a privacidade do usuário é nossa (da empresa) privacidade” e a segurança de dados foi levada em conta em todas as fases do projeto. A câmera possui uma cobertura física que permite bloquear a câmera quando não estiver numa chamada de vídeo, assim como existe um interruptor que permite desligar os microfones internos.

Essas e outras medidas foram tomadas para incentivar que o consumidor final se sinta atraído a comprar um Portal sem a sensação de estar levando um dispositivo espião para sua casa. O histórico do Facebook, que no passado não media esforços para coletar informações dos usuários para retornar anúncios também seria considerado: o gadget não exibe peças publicitárias e segundo representantes da rede social, nenhum dado seria coletado através dele para uso em outros serviços. Todas as ligações seriam criptografadas, os comandos de voz armazenados localmente (com o usuário sendo capaz de limpar o histórico) e o uso de apps também seria blindado.

Pois essa posição do Facebook durou pouco mais de uma semana.

Através de uma nova nota enviada ao Recode, a empresa esclarece que o Portal de fato continuará não exibindo anúncios, mas o acessório pode e irá coletar dados de chamadas e apps, de modo a devolver publicidade fora dele, através do Facebook, Messenger, Instagram e WhatsApp, que deverá passar a exibir ads em breve.

A explicação dada pelo Facebook é simples: a plataforma utilizada para a realização de chamadas do Portal é a mesma do Messenger, e tanto lá como cá dados como duração de chamadas, lista de contatos e frequência de chamadas são coletados para serem usados em outros produtos relacionados. Outras informações, como uso de determinados apps e modos de uso serão analisados para a exibição de anúncios, ainda que não no Portal.

Ao questionar o executivo que havia informado o site de que o Portal não coletaria dados, o vice-presidente de Produtos Rafa Camargo pediu desculpas “por passar informações imprecisas”, se limitando a dizer que o Facebook pode usar as informações do usuário, mas que a empresa “não tem a intenção de fazê-lo”. Aham.

O episódio servirá para aumentar ainda mais a desconfiança dos usuários em relação ao Facebook, mas resta saber se ele se refletirá nas vendas do Portal; ambos modelos já estão em pré-venda nos Estados Unidos, custando US$ 199 (Facebook Portal) e US$ 349 (Facebook Portal Plus) e deverão ser lançados em novembro.

Com informações: Recode, ExtremeTech.

O post Facebook vai afinal coletar dados do usuário através do Portal apareceu primeiro em Meio Bit.

Ubisoft e o risco de falar sobre política nos games

MeioBit - Thu, 18/10/2018 - 08:05

Talvez a minha memória esteja me traindo, mas acho que não existe nenhuma empresa que trate tanto sobre políticas em seus games quanto a Ubisoft. Com várias de suas criações abordando o assunto de alguma maneira, há alguns meses o presidente da editora francesa até chegou a dizer que um dos objetivos dos seus títulos é abordar a política e nos fazer pensar. Porém, isso não é tão simples quanto pode parecer.

Quem falou sobre o assunto dessa vez foi Alf Condelius, diretor de operações da Ubisoft Massive e que durante a Sweden Game Conference explicou porque o estúdio “não pode ser politicamente aberto em seus jogos”.

Por exemplo no The Division, é um futuro distópico e há muitas interpretações de que ele é algo que vemos para onde a nossa sociedade atual está indo, mas não é isso — é uma fantasia. É um universo e um mundo criado para pessoas explorarem o quão bom alguém é num mundo em lenta decadência. Mas as pessoas gostam de colocar política nisso e nos distanciamos dessas interpretações o máximo que podemos , porque não queremos nos posicionar em relação a política atual.

 

Isso é ruim para os negócios, infelizmente, se você quer saber a verdade… mas isso é interessante e é uma discussão que temos,  uma discussão em andamento que temos com os nossos usuários, porque as pessoas querem fazer uma interpretação do universo que criamos e querem ver suas próprias realidades nas fantasias que lhes damos, e as histórias que os jogos são.

É interessante ver essa postura por parte de um alto executivo da Ubisoft, pois ao mesmo tempo em que ele afirma não querer mexer num vespeiro como este, se olharmos para o passado recente da empresa encontraremos um jogo onde temos um ex-agente do departamento de segurança nacional que causou uma pandemia em Nova York (The Division); outro em que devemos ir à América Latina acabar com um super narcotraficante (Ghost Recon Wildlands); ou ainda um em que precisamos visitar o interior do estado de Montana para matar um líder religioso que tem aterrorizado o local (Far Cry 5).

Mesmo sem que nenhum deles tente explicitamente levantar uma bandeira, não há como dizer se tratarem de títulos apolíticos e por isso sempre admirarei essa “rebeldia controlada” por parte da Ubisoft. Isso porque ao contrário do que vemos comumente em filme, livros ou músicas, os jogos eletrônicos ainda parecem caminhar sobre ovos quando se trata de fazer críticas políticas, numa clara demonstração de que a mídia ainda precisa evoluir em alguns aspectos.

Oras, se os games querem ser tratados como obras de arte — e muitos desenvolvedores vivem pregando isso — eles precisam deixar de se encarar como mera forma de entretenimento para as massas, não tendo medo de incomodar alguns grupos e até correndo o risco de serem boicotados por alguns consumidores. Se isso funciona em outras indústrias, porque não na dos videogames?

Porém, é fácil eu defender este embate quando não estou do lado de quem precisa pagar centenas de funcionários e manter a roda girando. Além disso, basta ver a polarização que o nosso país vive no momento para entender porque esta é uma briga que dificilmente alguma editora de games aceitará encarar.

Fonte: GamesIndustry.

O post Ubisoft e o risco de falar sobre política nos games apareceu primeiro em Meio Bit.

Novo ar-condicionado Dual Inverter da LG é mais silencioso e econômico

MeioBit - Wed, 17/10/2018 - 19:19

A LG apresentou hoje em um evento em São Paulo sua nova linha de condicionadores de ar, com os modelos Dual Inverter, Dual Inverter Power e Dual Inverter ArtCool, todos equipados com a tecnologia Dual Inverter, como seus nomes já dizem.

O termo Dual Inverter se refere ao rotor duplo do compressor, que segundo informações da LG, traz uma economia de energia de até 70% em relação a aparelhos convencionais sem a tecnologia. Além da economia, o rotor duplo traz outra vantagem, a rapidez do resfriamento.

A LG diz que seus novos aparelhos de ar-condicionado são capazes de resfriar um ambiente até 40% mais rápido do que os modelos antigos. No evento, a empresa criou alguns ambientes pra testarmos o aparelho, e ele realmente gela bem rápido. Outro ponto positivo é que os novos condicionadores de ar são bem silenciosos, com um nível de ruído de 19 decibéis.

O mais legal dos três aparelhos é mesmo o Dual Inverter ArtCool, que tem conectividade Wi-Fi e pode ser controlado pelo smartphone Android ou iPhone, através do app ThinQ da LG.

O controle via app permite algumas possibilidades interessantes, como ligar o Dual Inverter ArtCool no caminho pra casa, ou do lugar em que o usuário quiser. O app também informa quando os filtros do aparelho precisam ser limpos, e permite que o dono do aparelho acompanhe o consumo de energia dele ao longo do tempo.

Outro diferencial que pode ser bem útil no ArtCool é a função Smart Diagnosis. Quando o aparelho tiver qualquer tipo de problema, basta o usuário apertar um botão que o ele vai emitir um som, que será identificado pelo app, gerando um código de erro que informa exatamente o que está acontecendo com o aparelho.

Vários anos atrás, mostramos um ar-condicionado da LG que podia ser controlado por comandos de voz ou por um app. Bem, ainda não dá pra falar com o Dual Inverter ArtCool, mas tudo bem, controlar pelo app certamente é bem mais prático do que ficar falando com as paredes.

O Dual Inverter ArtCool também é mais interessante visualmente, pois tem um acabamento espelhado na cor preta, ao contrário dos outros dois aparelhos, que são brancos.

O Dual Inverter Power completa a linha e é o modelo mais caro, criado para lojas e pontos comerciais, ou então casas com ambientes bem grandes com pé direito alto, pois conta com um jato de ar que tem alcance de até 20 metros e capacidade de 31.000 Btu/h.

A linha Inverter chegou ao Brasil em 2011, e a partir de 2016, 100% dos seus aparelhos passaram a contar com a tecnologia inverter. Em 2017, a LG chegou a liderança da categoria no Brasil. Os aparelhos Dual Inverter custam mais que seus concorrentes, mas a LG garante que a diferença é paga no primeiro ano mesmo com os até 70% de economia na conta de luz, além da garantia de 10 anos para os compressores.

E os preços? O Dual Inverter tem modelos de 9.000 até 22.000 Btu/h, e seu custo varia entre R$ 2.100 e R$ 4.520. O Dual Inverter ArtCool tem versões a partir de 12.000 até os mesmos 22.000 Btu/h, e sai por R$ 3.170 até R$ 5.950, dependendo da capacidade escolhida. O Dual Inverter Power, é claro, custa bem mais caro que os demais, saindo por R$ 9.000.

Além de resfriar ambientes, os três aparelhos também podem ser usados para aquecer, algo bem útil pra quem mora em regiões mais frias do Brasil.

Pra lançar os aparelhos no nosso mercado em grande estilo, a LG convocou o humorista Marcelo Adnet e criou com ele uma campanha bem humorada, com foco nas redes sociais.

O MB viajou pro evento a convite da LG do Brasil.

O post Novo ar-condicionado Dual Inverter da LG é mais silencioso e econômico apareceu primeiro em Meio Bit.

Media Create — os japoneses adoraram Call of Duty: Black Ops IIII (41ª semana)

MeioBit - Wed, 17/10/2018 - 15:21

Se o mês de outubro é conhecido como mês das crianças no Brasil, no Japão os adultos fizeram a festa com o novo jogo de tiro para o PS4. Um dos estereótipos ocidentais sobre os gamers japoneses era de que eles não curtiriam jogos FPS online, mas podemos ver que Call of Duty: Black Ops 4 mostra o contrário.

Antes de comentar o software, confiramos abaixo os dados detalhados das vendas de hardware na quadragésima-primeira semana do ano (que foi de 08 a 14 de outubro), no Japão, segundo a Media Create. Bom lembrar que, este ano, a 41ª semana da Media Create coincide com a 41ª semana da Famitsu, outro instituto de pesquisa de vendas do varejo japonês.

VENDAS DE HARDWARE NO JAPÃO (MEDIA CREATE) Plataforma 40ª semana esta semana em 2018 desde o lançamento Nintendo Switch 45.762 unid 44.070 unid 1.910.503 unid 5.223.122 unid PS4 Pro 2.490 unid 15.442 unid 334.012 unid 874.318 unid família PS4 14.065 unid 25.472 unid 1.283.222 unid 7.175.625 unid linha 3DS 7.396 unid 6.946 unid 409.496 unid 24.232.275 unid PlayStation Vita 2.635 unid 2.506 unid 151.545 unid 5.939.425 unid Xbox One X 747 unid 157 unid 8.049 unid 10.233 unid plataforma Xbox One 989 unid 233 unid 12.156 unid 100.592 unid

·
Sinais, fortes sinais. Embora o Nintendo Switch continue a vender mais de 150 mil unidades todo mês no Japão, bastou a Sony dar um desconto no PS4 Pro que a família PlayStation 4 deu aquela crescida. Enquanto o PS4 slim continua a vender uma média semanal de 10 a 12 mil consoles, com o desconto no PS4 Pro este saltou de 2.500 para 15 mil unidades vendidas na 41ª semana.

Na 40ª semana semana o Xbox One finalmente alcançou uma base instalada de 100 mil consoles no Japão. 10% deles são do modelo mais poderoso e caro, o Xbox One X. Mesmo sendo números pequenos, toda semana o Xbox One X é o modelo de Xbox mais vendido. Isso posto, com o salto de vendas que o PS4 Pro deu na 41ª semana, o tio Laguna pode arriscar dizer que há grande demanda por consoles mais poderosos (e caros) por lá. Poderosos o bastante para rodar o grande lançamento da semana.

Falando em software, temos abaixo o Top 20 japonês da quadragésima-primeira semana do presente ano. Entre colchetes está a plataforma; entre parênteses ao final, a venda acumulada do título desde o lançamento japonês.

Ranking dos jogos mais vendidos do Japão na 41ª semana de 2018 (08 a 14 de outubro, Media Create)

  1. [PS4] Call of Duty: Black Ops IIII (SIE {Sony Interactive Entertainment}, 12/10/18) — 228.775 (lançamento);
  2. [NSW] Super Mario Party (Nintendo, 05/10/18) — 63.451 (206.319);
  3. [PS4] Assassin’s Creed Odyssey (edição limitada inclusa) (Ubisoft, 05/10/18) — 19.037 (64.204);
  4. [PS4] Warriors Orochi 4 (edição limitada inclusa) (Koei Tecmo, 27/09/18) — 13.224 (138.060);
  5. [NSW] Minecraft (Microsoft, 21/06/18) — 10.402 (326.018);
  6. [NSW] Splatoon 2 (bundle incluso) (Nintendo, 21/07/17) — 8.767 (2.663.744);
  7. [PS4] Varnir of the Dragon Star: Ecdysis of the Dragon (Compile Heart, 11/10/18) — 8.652 (lançamento);
  8. [NSW] Mario Kart 8 Deluxe (Nintendo, 28/04/17) — 8.352 (1.797.018);
  9. [PS4] Marvel’s Spider-Man (bundle incluso) (SIE, 07/09/18) — 7.590 (286.668);
  10. [PS4] FIFA 19 (edição limitada inclusa) (Electronic Arts, 28/09/18) — 5.355 (76.553);
  11. [NSW] Zelda no Densetsu: Breath of the Wild (edição limitada inclusa) (Nintendo, 03/03/17) — 5.091 (1.134.189);
  12. [PS4] The Legend of Heroes: Trails of Cold Steel IV ~The End of Saga~ (edição limitada inclusa) (Falcom, 27/09/18) — 4.768 (101.961);
  13. [NSW] Dragon Ball FighterZ (Bandai Namco, 27/09/18) — 4.496 (35.885);
  14. [3DS] Pokémon Ultra Sun / Ultra Moon (The Pokémon Company, 17/11/17) — 4.032 (1.742.905);
  15. [NSW] Super Mario Odyssey (bundle incluso) (Nintendo, 27/10/17) — 3.504 (1.828.729);
  16. [NSW] FIFA 19 (edição limitada inclusa) (Electronic Arts, 28/09/18) — 3.382 (24.820);
  17. [NSW] Warriors Orochi 4 (edição limitada inclusa) (Koei Tecmo, 27/09/18) — 3.333 (34.014);
  18. [NSW] Taiko no Tatsujin: Drum ‘n’ Fun! (Bandai Namco, 19/07/18) — 3.258 (213.085);
  19. [PS4] Astro Bot: Rescue Mission (SIE, 04/10/18) — 3.196 (8.160);
  20. [NSW] Kirby Star Allies (Nintendo, 16/03/18) — 2.971 (629.157).

Na 45ª/46ª semana de 2017 o Call of Duty: World War II conseguiu vender quase 170 mil cópias em sua semana de estreia no Japão. Quase um ano depois, Call of Duty: Black Ops 4 não só repete como supera o feito ao vender 228 mil cópias em três dias de vendas no arquipélago. Com o desconto no console da Sony, o CoD:BO4 também deve ter influenciado as vendas do PS4 Pro por lá.

Super Mario Party, o grande lançamento da 40ª semana, consegue ao menos se manter na vice-liderança do Top 20 japonês. É interessante notar que o Nintendo Switch responde por 11 dos 20 jogos mais vendidos no arquipélago, sendo o Splatoon 2 carro-chefe do console híbrido com 2,6 milhões de cópias vendidas.


Coelho no Japão — Veja Assassin’s Creed Odyssey no Nintendo Switch c/ internet do Japão

Fechando o Top 3 japa, Assassin’s Creed Odyssey foi o grande lançamento mundial da 40ª semana, a primeira de outubro, mas no Japão o jogo da Ubisoft Québec teve uma bela estreia ofuscada pelo Super Mario Party. Infelizmente a Media Create contabiliza somente as vendas das cópias em mídia física, portanto ainda não conseguimos saber o desempenho comercial da Cloud Version de Assassin’s Creed Odyssey no Nintendo Switch.

Fontes: EuroGamer PT, Gematsu, Media Create e ResetEra.

Leia também:

O post Media Create — os japoneses adoraram Call of Duty: Black Ops IIII (41ª semana) apareceu primeiro em Meio Bit.

Tumblr Patches A Flaw That Could Have Exposed Users’ Account Info

THN - Wed, 17/10/2018 - 15:16
Tumblr today published a report admitting the presence of a security vulnerability in its website that could have allowed hackers to steal login credentials and other private information for users' accounts. The affected information included users email addresses, protected (hashed and salted) account passwords, self-reported location (a feature no longer available), previously used email

LuminosityLink Hacking Tool Author Gets 30-Months Prison Sentence

THN - Wed, 17/10/2018 - 11:18
A 21-year-old Kentucky man who previously pleaded guilty to developing, marketing, and selling an infamous remote access trojan (RAT) called LuminosityLink has now been sentenced to 30 months in prison. According to a press release published Monday by U.S. Attorney’s Office, Colton Grubbs, who used online moniker 'KFC Watermelon,' was pleaded guilty for three counts--unlawfully accessing

Google vai cobrar por apps pré-instalados do Android na Europa

MeioBit - Wed, 17/10/2018 - 11:00

Após ser multado em € 4,34 bilhões pela Comissão Europeia para a Concorrência, por conta de práticas competitivas em relação ao Android, o Google relevou nesta terça-feira (16) uma série de mudanças em relação a como o sistema móvel passará a ser distribuído no velho continente.

E conforme previsto, os fabricantes que quiserem fazer uso dos Google Apps na região terão que pagar licenças de uso para tal.

A briga com a Comissão Europeia, liderada pela inflexível Margrethe Vestager não é nova e possui várias frentes, e em todas o Google (e outras companhias, como a Apple) está apanhando feio. no que diz respeito ao Android, a empresa foi condenada por forçar contratos com valores abaixo do custo com fabricantes de dispositivos móveis, além de exigir que o Google Search, a Play Store e seus apps próprios sejam instalados em detrimento de concorrentes.

De certa forma, o Google usa o Android como um “cavalo de troia” de modo a enfiar o Google Search nos aparelhos de todo mundo, lembrando que mais de 90% de sua renda bruta vem de buscas. Isso foi entendido como uma prática desleal, e além da multa fenomenal a empresa foi obrigada a:

  • parar de ditar qual navegador ou motor de busca pode ou não ser pré-instalado em dispositivos Android pelos fabricantes;
  • encerrar todos os contratos que estipulam o uso exclusivo do Google Search;
  • deixar de ameaçar fabricantes com o bloqueio da Play Store, se estes optarem por implementar forks em seus produtos.

Tais exigências foram um golpe duro contra o Google, que depende de seu motor de busca para fazer dinheiro; o CEO Sundar Pichai chegou a se valer de uma bravata, dizendo que se caso tais decisões não fossem revistas, a companhia seria obrigada a passar a cobrar uma taxa de licença de uso ou dos apps, ou do próprio Android. Como esperado, a Comissão não deu ouvidos à ameaça e lembrou que a gigante tinha menos de 90 dias para se adequar, ou ser multada em até 5% do volume médio de negócios da Alphabet Inc., holding do Google.

Agora veio a conta. Através de uma nota oficial, o vice-presidente sênior de Plataformas e Ecossistemas do Google Hiroshi Lockheimer explicou como o Android será oferecido na Europa de agora em diante. O sistema em si, o AOSP continuará sendo gratuito e de código aberto, mas os Google Apps, o Google Search e o Google Chrome exigirão o pagamento de uma licença de uso para serem pré-instalados em novos dispositivos. Serão oferecidos dois pacotes, um com a loja e apps como Docs, YouTube, Play Música e outros e um segundo, com o Search e o Chrome.

Aos fabricantes que vendem smartphones e tablets na Europa, portanto, serão dadas as seguintes opções:

  • lançar seus produtos sem a Play Store, o Google Search e os Google Apps, e assim não pagando taxa alguma;
  • incluir a Play Store e vários outros apps do Google, pagando uma licença;
  • implementar adicionalmente o Google Search e o Chrome, oferecidos em um bundle separado pagando outra licença.

Lockheimer foi categórico ao dizer que a inclusão obrigatória dos Google Apps, em especial do motor de busca “ajuda o Google a financiar o desenvolvimento e distribuição gratuita do Android”, logo a cobrança de taxas é uma consequência na redução esperada na arrecadação no Velho Mundo a partir do dia 29 de outubro, data limite para a implementação das mudanças. Ao mesmo tempo, o Google deixa claro que não possui controle sobre o preço final dos dispositivos Android, e caso os fabricantes optem por manter os Google Apps é esperado que os preços subam.

Por outro lado, o medo maior do Google é de permitir que as OEMs simplesmente ignorem os pacotes e implementem soluções próprias no lugar de seus apps, o que já é uma realidade entre fabricantes que adotam forks do Android (algo que a empresa também não pode mais inibir). Logo, é bom a gigante aceitar o fato de que fatalmente passará a fazer muito menos dinheiro na Europa.

As mudanças dizem respeito apenas ao continente europeu; para o resto do mundo nada muda e os Google Apps, o Search e o Chrome continuam gratuitos.

Com informações: Google.

O post Google vai cobrar por apps pré-instalados do Android na Europa apareceu primeiro em Meio Bit.

Palm (que não é a Palm) apresenta mini celular, supostamente pra usar menos o smartphone

MeioBit - Wed, 17/10/2018 - 09:30

O Palm é um pequeno aparelho que roda Android e tem acesso a todos os seus apps favoritos, mas que não é um celular propriamente dito, e sim um acessório vendido com exclusividade pela operadora americana Verizon, funcionando na prática como uma espécie de clone em versão reduzida do seu smartphone principal.

O conceito é bem curioso, o nome é bem conhecido, mas afinal de contas, qual o sentido do novo e mini smartphone Palm? Vamos começar pela questão do nome. Da antiga Palm, tão amada por todos nós geeks, o pequeno aparelho só tem a marca, que foi licenciada no ano passado da TCL, sua proprietária. A nova Palm, como podemos chamá-la, na verdade é uma startup americana, que está tentando a sorte com este aparelhinho nos ombros de gigantes, na sua parceria com a Verizon.

Quando digo que ele é pequeno, não estou exagerando nem um pouco. Pra dar uma noção do quão diminuto é o aparelho, ele tem uma minúscula tela de 3,3 polegadas, que consegue ser menor do que a do iPhone original (tinha 3,5″), lançado 11 anos atrás. Com o mercado de smartphones dominado por telas cada vez maiores, o Palm foi criado para ser um smartphone substituto, que usa seu próprio SIM com o mesmo número da conta principal do usuário na Verizon, assim ele pode ser levado com a pessoa no lugar do seu smartphone de verdade, dependendo da ocasião.

O novo Palm pode ser útil na hora de uma corrida, ou pra ouvir podcasts e músicas, mas para rodar apps e trabalhar, pode esquecer, sua tela é minúscula demais pra isso. É claro que isto faz parte de todo o conceito por trás do aparelho, o Life Mode, que segundo o pessoal do marketing da nova Palm, é uma ótima solução pro usuário usar menos o smartphone, e assim, passar mais tempo com o que realmente importa, sua família, amigos, trabalho e/ou hobby. Apesar do discurso redondo, não compro muito a proposta, não.

Pra mim algo assim definitivamente não funcionaria, apesar de eu sabidamente não ser um usuário típico de smartphones. Eu não sei vocês, mas eu não deixaria o meu Galaxy S8+ velho de guerra em casa pra usar um smartphone com tela do tamanho de um Tamagotchi por nada deste mundo. Ao ligar o Life Mode, até o sinal da operadora é desligado, e o a paz do usuário passa a ser completa. Tudo bem, mas dá no mesmo se o usuário ligar o “Não Perturbe” ou até o modo avião do seu smartphone, naqueles momentos em que estiver se sentindo antissocial ao extremo.

Outro ponto a ser levantado é que tudo que você faria com ele, você poderia fazer com um smartwatch no pulso, que é ainda menor e mais leve, então realmente não consigo me convencer dos méritos do novo Palm. No site, seus diferenciais para um smartwatch são que ele tem câmeras frontal e traseira, além de um teclado para enviar mensagens, além dos acessórios. Se alguém conseguir digitar alguma coisa nessa telinha, ficarei bem espantado.

Ouvi alguém na rede social do passarinho azul comparando ele com o popular “celular do ladrão”, mas pelo seu custo de US$ 349, diria que ele não faria um bom trabalho nesta função específica. Pra quem não conhece esta curiosa expressão, digamos que seria usar o Palm como uma espécie de boi de piranha para ser oferecido aos ladrões, assim os meliantes não roubariam o smartphone principal do sujeito. Sim, todo esse parágrafo é uma piada, é bom esclarecer antes que alguém fique bravo.

O pessoal do The Verge gostou do aparelho, e contou que o craque Steph Curry dos Golden State Warriors está envolvido com a empresa, e é mais precisamente diretor de estratégias criativas da Palm (impossível não pensar no papel figurativo de Ashton Kutcher na Lenovo e Will.I.Am na Intel, mas a empresa garantiu ao autor do Verge que Curry está bem envolvido).

A Verizon gosta muito de acessórios, tanto que lançou vários para o novo Palm (que no fundo não passa de um também), incluindo alguns desenvolvidos com opiniões de Curry. Entre os acessórios, existe até um colar para pendurar o Palm no pescoço, mas numa boa, isso fica muito ridículo, pois ele é pequeno, mas não tanto.

O novo Palm tem proteção contra água e poeira, além de vidro Gorilla Glass 3 na parte da frente e na parte de trás. Ah, ele não tem plug para fones de ouvido, só a porta USB-C. Tirando estes detalhes, não vou falar nas modestas especificações do novo Palm neste post, pois seria maldade com ele, se bem que pra um aparelho que não vai ser efetivamente usado quase nunca, até que ele tem desempenho e memória de sobra.

Apesar de adorar o nome (por motivos óbvios), é impossível não achar que ele está sendo mal usado em um aparelho que pelo menos pra mim não parece ter tanta utilidade assim, exatamente o oposto do que eu associaria com a antiga Palm. No final das contas (e do dia), vai ser mais um gadget (caro) pra colocar na tomada e carregar pra usar no dia seguinte.

Quem estiver interessado, pode saber mais no site da (nova) Palm.

O post Palm (que não é a Palm) apresenta mini celular, supostamente pra usar menos o smartphone apareceu primeiro em Meio Bit.

Vem aí o Mega Sg, um Mega Drive Full HD e sem emulação

MeioBit - Wed, 17/10/2018 - 08:56

Caso você não conheça a Analogue, ela é uma empresa baseada em Seattle que vem se especializando em lançar versões melhoradas de consoles antigos e após colocar no mercado um Nintendinho de alumínio e um Super Nintendo que conseguia ser melhor que aquela miniatura lançada pela BigN, chegou a hora de eles se aventurarem pelos lados da SEGA.

Desenvolvido por Kevin “Kevtris” Horton — um dos principais nomes quando se trata de recriar videogames antigos — e batizado como Mega Sg, o aparelho rodará jogos de Mega Drive (tanto japoneses quanto americanos) e Master System, com planos para que outros adaptadores sejam lançados posteriormente e assim ele passe a aceitar jogos de Game Gear, SG-1000 e SC-3000.

Outra característica interessante do aparelho é que ele poderá ser conectado a um Mega CD ou Sega CD através de uma porta paralela, mas pelo menos por enquanto não existe a possibilidade do 32X ser compatível. O problema estaria na bagunça de fios e entradas necessárias para o acessório funcionar e por isso ele teria que ser replicado na placa FPGA que dará vida ao Mega Sg. Porém, infelizmente não haverá tempo disponível para isso acontecer até o lançamento do videogame.

E por falar em FPGA, o Mega Sg está sendo feito com uma Altera Cyclone V, placa de circuito integrado que pode ser programada para funcionar de maneira semelhante a determinados aparelhos. Com isso a fabricante afirma que os jogos deixarão de rodar por emulação para usar o hardware e assim eles prometem que todos os títulos lançados para o Mega Drive, Master System ou Sega CD serão totalmente compatíveis.

A Analogue aposta tanto nessa ideia de entregar a versão definitiva do videogame da SEGA, que não tem medo de afirmar que ele contará com sinais de áudio e vídeo sem qualquer distorção ou lag. No caso do som este parece ser um desafio e tanto já, já que para os puristas um dos principais problemas da emulação é não conseguir reproduzir com perfeição o áudio do famoso chip Yamaha YM2612. Contudo, a empresa garante que isso será contornado e na parte visual podemos esperar jogos exibidos em 480p, 720p ou 1080p, além de opções para exibirmos scanlines na tela.

Quanto ao exterior, a fabricante oferecerá o Mega Sg em quatro modelos, sendo eles um branco e três variações dos Mega Drive que foram lançados na Europa, Japão e América do Norte. Todas elas serão vendidas pelo mesmo preço, US$ 190, mas saiba que nenhuma acompanhará controles. A boa notícia no entanto é que os periféricos originais funcionarão normalmente e se preferir, você poderá usar o M30, este belo controle que aparece nas fotos e que será vendido pela 8BitDo por US$ 25.

 

Com previsão de começar a ser vendido em abril de 2019, o grande problema do Mega Sg sem dúvida é o seu preço, ainda mais quando pensamos por quanto ele poderá chegar ao Brasil. Mesmo assim, está aí um videogame que eu adoraria poder adquirir, mas admito que já ficaria bem feliz se conseguisse colocar as mãos num controle deste.


Analogue Mega Sg – Gunstar Heroes, Sega Genesis & Mega Drive – FPGA – Reference Quality Video

Fonte: Engadget.

O post Vem aí o Mega Sg, um Mega Drive Full HD e sem emulação apareceu primeiro em Meio Bit.

LibSSH Flaw Allows Hackers to Take Over Servers Without Password

THN - Wed, 17/10/2018 - 07:39
A four-year-old severe vulnerability has been discovered in the Secure Shell (SSH) implementation library known as Libssh that could allow anyone to completely bypass authentication and gain unfettered administrative control over a vulnerable server without requiring a password. The security vulnerability, tracked as CVE-2018-10933, is an authentication-bypass issue that was introduced in

Google Will Charge Android Phone Makers to Use Its Apps In Europe

THN - Wed, 17/10/2018 - 06:08
Would you prefer purchasing an Android device that doesn't have any apps or services from Google? No Google Maps, No Gmail, No YouTube! And NOT even the Google Play Store—from where you could have installed any Android apps you want Because if you live in Europe, from now on, you have to spend some extra cash on a smartphone with built-in Google services, which were otherwise until now

Vulnerability Spotlight: Linksys ESeries Multiple OS Command Injection Vulnerabilities

Talos - Tue, 16/10/2018 - 13:25


These vulnerabilities were discovered by Jared Rittle of Cisco Talos

Today, Talos is disclosing several vulnerabilities that have been identified in Linksys E Series of routers operating system.

Multiple exploitable OS command injection vulnerabilities exist in the Linksys ESeries line of routers. Specially crafted requests to network configuration information can cause execution of arbitrary system commands, resulting in full control of the device. An attacker can send an authenticated HTTP request to trigger these vulnerabilities.



Linksys E Series is a product line of routers for small and home offices supporting various features including easy management, security and QoS. It is designed to connect home computers, Internet-ready TVs, game consoles, smartphones, and other Wi-Fi devices at fast transfer rates for an unrivalled experience.

Vulnerability Details

TALOS-2018-0625 describes three related vulnerabilities - CVE-2018-3953, CVE-2018-3954 and CVE-2018-3955.

Many of the configuration details passed to E Series of routers during their configuration must be retained across a device power cycle. Since the device has only one writable directory (/tmp) and that directory is cleared on reboot, the device uses NVRAM to store configuration details.

The following process is taken for all command injection paths:


When the apply.cgi page is requested with parameters indicating a change to persistent configuration settings, those parameters are processed by the 'get_cgi' function call during which they get placed directly into NVRAM via a 'nvram_set' call.

After certain configuration changes are made, including both of the changes associated with these vulnerabilities, a reboot of device services is required. The httpd binary handles this by sending a SIGHUP signal to PID 1, a binary named 'preinit'. When 'preinit' receives this signal it enters a code path where it restarts all necessary system services.


When the 'preinit' binary enters this code path it exposes functionality where raw data from nvram_get calls is passed into system commands.

In CVE-2018-3953, the data entered into the 'Router Name' input field through the web portal is submitted to apply.cgi as the value to the 'machine_name' POST parameter. The machine_name data goes through the nvram_set process described above. Eventually, within the 'start_lltd' function, a 'nvram_get' call is used to obtain the value of the user-controlled 'machine_name' NVRAM entry. This value is then entered directly into a command intended to write the host name to a file and subsequently executed.

CVE-2018-3954 applies to the same input field but follows a slightly different code path. Here, the vulnerability is triggered by 'set_host_domain_name' function in libshared.so where nvram_get is called against the 'machine_name' parameter. The result of that operation is subsequently combined with a string via a sprintf call and passed directly into the system command.

Finally, in CVE-2018-3955 the data entered into the 'Domain Name' input field through the web portal is submitted to apply.cgi as the value to the 'wan_domain' POST parameter. The wan_domain data goes through the nvram_set process described above.

When the 'preinit' binary receives the SIGHUP signal it enters a code path that calls a function named 'set_host_domain_name' from its libshared.so shared object which calls nvram_get against the 'wan_domain' parameter. The result of that operation is subsequently combined with a string via a snprintf call and passed directly into the system command.

Affected devices
The vulnerabilities are confirmed in multiple devices of Linksys E Series of wireless routers with various firmware versions. Users are advised to update their routers to the latest version released by the manufacturer.



Discussion
Home routers have become one of the main targets for malicious attacks. Although these vulnerabilities require the attacker to have already authenticated with the device, the vulnerabilities are serious as they allow a potential attacker full control over the device, which may include installation of additional malicious code.

Large scale IoT (SoHO router) attacks such as Mirai and VPNFilter show that attackers will keep their focus on discovering new vulnerabilities which would allow them to infect devices and conduct large scale as well as targeted attacks. These attacks are more difficult to detect and protection is available only after their manufacturers update the firmware and patch the vulnerability.

Keeping the device firmware up to date is crucial to avoid SOHO routers participating in a DDoS attack or becoming an infection vector in an attack targeted to your organization.

Coverage
The following Snort Rules detect attempts to exploit these vulnerabilities. Please note that additional rules may be released at a future date and current rules are subject to change pending additional vulnerability information. For all current rule information, please refer to your Firepower Management Center or Snort.org.

Snort Rules:

  • 47133


Incrível, F-35 deu uma dentro com pouso inédito feito por ingleses

MeioBit - Tue, 16/10/2018 - 12:57

O F-35 é o típico projeto militar: custou caro demais, demorou tempo demais, é cheio de defeitos de projeto E de fabricação, mas é grande demais pra ser cancelado, e dado tempo e dinheiro suficientes, vai se tornar um bom avião. Quer dizer, tecnicamente já é, Israel está fazendo picadinho das defesas russas usadas pela Síria graças ao F-35, mas nos EUA no momento toda a frota está em terra, uma tubulação de combustível suspeita fez o Pentágono entrar em Full Capitão Nascimento e dizer que não vai subir ninguém.

Incrivelmente do outro lado da poça os ingleses avançaram nas qualificações do F-35 em seu novo porta-aviões, o HMS Queen Elizabeth. Principalmente por necessidade.

Veja este F-14, com uma carga completa de mísseis AIM-54 Phoenix:

Projetado no começo dos anos 60 e com primeiro lote de produção em 1966, o Phoenix é uma maravilha tecnológica, capaz de atingir alvos a mais de 200 km de distância voando a 5× a velocidade do som. Ele se lança em uma trajetória parabólica, e na parte final do vôo vai descendo na banguela, sem motor, o sujeito nem tem idéia do que o atingiu.

O chato é que um Phoenix em 1966 custava US$ 477 mil, ou o equivalente a US$ 3,7 milhões hoje. Se o Tomcat da foto tivesse que pousar sem usar seus mísseis, teria que jogar dois fora, um prejuízo de US$ 7,4 milhões. Motivo? Peso.

Todo avião tem um peso máximo de decolagem e um peso máximo de pouso. É complicado para o trem de pouso e pra estrutura do avião pousar pesado demais, por isso aviões comerciais alijam combustível ou voam por algum tempo antes de fazer pousos de emergência, a não ser que seja realmente imperativo pousar.

No caso de porta-aviões o buraco é mais embaixo ainda. Quando tudo que impede seu avião de cair no mar é um cabo de aço, seus limites de peso máximo de pouso são bem mais restritos, no caso do F-14 ele só pode pousar com no máximo 4 mísseis Phoenix.

Antigamente era até pior: o procedimento para vôos que retornavam com parte da munição não-utilizada era jogar tudo fora, o que acaba ficando bem caro, por mais que bombas sejam baratas. O medo de acidente era maior, e compreensivo. Em 4 de janeiro de 1969 um simples foguete foi disparado sem-querer no convés do USS Enterprise, isso resultou em um incêndio que matou 28 marinheiros, deixou 315 feridos e destruiu 15 aviões.


CriticalPast — Explosions and fire aboard the USS Enterprise (CVAN-65) near Pearl Harbor Hawaii. HD Stock Footage

Hoje os aviões estão mais seguros e normalmente pousam sem precisar alijar munição, mas no caso dos ingleses e do F-35 é diferente. O Queen Elizabeth não tem catapultas nem cabos de arresto, ele é totalmente voltado pra operações com aeronaves STOVL, sigla que significa basicamente pouso e decolagem verticais.

O F-35B, usado pelos fuzileiros navais americanos e pela marinha inglesa é a versão STOVL, Ele tem um turbofan nas costas e a biqueira do motor se move até 90 graus, gerando a propulsão vertical, mas esse tipo de decolagem limita o peso máximo de armas e combustível que ele pode levar. Os ingleses optaram por uma saída híbrida, uma rampa no porta-aviões proporciona parte do impulso, e o F-35B decola com o turbofan acionado e a biqueira traseira em posição inclinada, gerando propulsão tanto pra frente quanto pra cima:


LockheedMartinVideos — F-35B Ski Jump Testing

Isso resolve a decolagem, mas e o pouso? No Queen Elizabeth o pouso dos F-35B será vertical, mas se o bicho estiver carregado de combustível e bombas, excede o limite máximo e cai, o que não é bom.

Os ingleses decidiram pelo Shipborne Rolling Vertical Landing (SRVL), um nome chique pra uma técnica que mais ou menos reverte a decolagem. Ao invés de tentar pousar verticalmente, o caça vem diminuindo a velocidade e usando os propulsores para gerar empuxo vertical, que normalmente não é suficiente pra manter o bicho no ar quando está pesadão, mas é auxiliado pela sustentação gerada pelas asas, o que garante um pouco suave.

Note que ele não precisa de cabos de arresto nem de uma pista enorme, o stress na estrutura da aeronave é muito menor:


Royal Navy — F-35 pilot makes history with revolutionary way of landing jet on board HMS Queen Elizabeth

O post Incrível, F-35 deu uma dentro com pouso inédito feito por ingleses apareceu primeiro em Meio Bit.

Segundo CEO do Google, a China é um mercado importante para buscas

MeioBit - Tue, 16/10/2018 - 11:00

O Google vem sendo duramente criticado, interna e externamente por causa do Project Dragonfly, um motor de busca dedicado ao mercado chinês totalmente alinhado com o governo vigente, ou seja, censura os termos mais sensíveis e pode até mesmo rastrear possíveis dissidentes.

Agora, dois meses depois da reportagem do The Intercept ter revelado a empreitada, o CEO Sundar Pichai finalmente veio a público para (tentar) explicar por que o Google considera lançar tal produto no País do Meio.

Durante a conferência Wired 25, realizada em São Francisco nesta segunda-feira (15), Pichai disse que o Google adotou um ritmo de aproximação cuidadoso com o mercado chinês e que o Dragonfly ainda está nos estágios iniciais. A existência da ferramenta foi confirmada publicamente em setembro, durante uma audiência no Senado dos Estados Unidos que convocou o Google para dar explicações; no entanto, o diretor de Privacidade Keith Enright driblou todas as questões e não soltou nenhuma informação relevante, sequer disse para que o produto serve.

Pichai explicou que o Dragonfly é capaz de atender a 99% das solicitações de busca do usuário, deixando a ponta solta que de acordo com fontes próximas ao Google, o motor dedicado à China é totalmente alinhado com as diretrizes do Partido Comunista da China; os cidadãos não têm acesso a resultados ligados a temas considerados tabus, como liberdade de expressão, democracia, Tibete ou o Massacre na Praça Tiananmen, ocorrido em 1989. Foi por isso inclusive que o Google Search foi originalmente bloqueado, em 2014.

No entanto o Google nunca desistiu da China: nos últimos tempos a empresa vem buscando parceiros locais para distribuir o Drive e o Docs (o governo exige que os dados sejam armazenados localmente) e mantém operações locais para administrar produtos como o Files Go e Google Translate. E ela nem é a única companhia: Apple, Microsoft e várias outras também já abaixaram a cabeça para Pequim, é isso ou perder um dos maiores mercados do planeta.

E esse é um luxo que Pichai não pode se permitir. O executivo afirmou que a China “é um mercado importante” para ser explorado com um motor de buscas personalizado, dado o número enorme de potenciais usuários e a possibilidade de que nos próximos anos, o país se torne o mais lucrativo para negócios baseados em internet do mundo. Pichai só não deu detalhes sobre como a censura prévia e a possibilidade do Dragonfly relacionar as buscas com dados dos usuários se aplicam.

O desenvolvimento da ferramenta tem sido motivo de uma enorme briga interna: muitos funcionários, entre eles seu ex-cientista sênior de Dados Jack Poulson saíram do Google por considerar o Dragonfly um produto antiético, que vai de encontro aos valores que a companhia deveria defender; nem o Congresso dos EUA ou a Casa Branca veem o Dragonfly com bons olhos, e consideram o produto “uma ameaça à democracia” e “uma ferramenta voltada a fortalecer o Partido Comunista da China”.

Oficialmente o Google não se pronuncia sobre as partes mais controversas do Dragonfly, e Pichai também não forneceu detalhes sobre como o motor lidará com isso. Porém, é certo que se gigante das buscas quiser uma fatia do mercado chinês, ela terá que dançar conforme a música.

Com informações: Wired.

O post Segundo CEO do Google, a China é um mercado importante para buscas apareceu primeiro em Meio Bit.

Descanse em paz, Paul Allen, e muito obrigado pelos peixes

MeioBit - Tue, 16/10/2018 - 09:30

É com tristeza no coração que escrevo este post para informar que Paul Allen faleceu nesta segunda-feira dia 15 de outubro. O visionário e lendário co-fundador da Microsoft deixa marcas muito além do mundo da tecnologia, já que ele era dono do time Seattle Seahawks da NFL e também do Portland Trail Blazers, além de um guitarrista de mão cheia e um grande filantropo. Allen foi levado por um linfoma não-Hodgkins, que ele tinha enfrentado pela primeira vez em 2009.

No começo deste mês, Allen publicou uma nota em seu site dizendo que seus médicos tinham descoberto novamente o linfoma, mas infelizmente, desta vez o câncer foi fulminante. Na declaração, ele garantia que iria continuar envolvido na Vulcan, nos seus institutos e também com seus times Seahawks e Trail Blazers, mas que tinha total confiança nos times que colocou para tomarem conta de cada empreitada.

Assim como seu antigo sócio Bill Gates, Paul G. Allen tentava mudar o mundo da sua forma, investindo em iniciativas de arte e entretenimento como museus, exposições e festivais, além de investimentos no mercado imobiliário e as fundações de Allen, tudo através de uma empresa, a Vulcan Inc., fundada por Paul e sua irmã Jody Allen.

A Vulcan Productions era o braço cultural do grupo, e produziu documentários que foram inclusive vencedores do Emmy e indicados ao Oscar. Apesar do nome lembrar o Sr. Spock e Star Trek, o Vulcano homenageado pela empresa era outro, o deus do fogo de Roma, que era um ferreiro, uma bela imagem para as mudanças criativas que a empresa queria colocar em prática no mundo.

A Vulcan Inc. também financiava os Allen Institutes, um focado em ciência do cérebro e outro em ciência da célula, além de outro mais recente, criado para estudar inteligência artificial, o AI2, Allen Institute for AI.

A Vulcan tinha até mesmo uma empresa espacial, a Stratolaunch. Pois é, além de ter além de ter investido e criado o SpaceShipOne, o foguete cuja tecnologia foi licenciada por Richard Branson para a Virgin Galactic, Allen e a Vulcan estavam criando o maior avião do mundo por largura de asa. Ok, são praticamente dois aviões, mas o projeto parece bem interessante.

“A computação pessoal não existiria sem ele”, diz Bill Gates

Quem ficou totalmente arrasado com a partida de Allen foi seu antigo sócio Bill Gates. Apesar de terem tido alguns problemas ao longo dos anos, incluindo uma tentativa frustrada de Gates comprar as ações de Allen quando este saiu da empresa, os dois co-fundadores da Microsoft mantiveram a amizade até o final, e chegaram a recriar em 2013 a foto clássica em 1981, tirada para comemorar o acordo do MS-DOS com a IBM.

“Estou de coração partido pela passagem de um dos meus mais antigos e mais queridos amigos, Paul Allen. Desde nossos primeiros dias juntos na escola Lakeside School, através de nossa parceria na criação da Microsoft, até nossos projetos filantrópicos em parceria ao longo dos anos, Paul foi um verdadeiro companheiro e um amigo querido. A computação pessoal não existiria sem ele.

Mas Paul não estava satisfeito em começar uma empresa. Ele canalizou seu intelecto e compaixão em um segundo ato focado em melhorar a vida das pessoas e fortalecer comunidades em Seattle e ao redor do mundo. Ele gostava de dizer: “Se isso tem potencial de fazer o bem, então nós deveríamos fazê-lo.” Esse era o tipo de pessoa que ele era.

Paul amava a vida e aqueles que o cercavam, e nós também o amávamos em troca. Ele merecia muito mais tempo, mas suas contribuições para o mundo da tecnologia e da filantropia irão viver por gerações. Eu vou sentir uma tremenda falta dele.”

Outras declarações de pesar

No site da Microsoft, o CEO Satya Nadella escreveu as seguintes palavras: “as contribuições de Paul Allen para nossa empresa, nossa indústria e nossa comunidade são indispensáveis. Como co-fundador da Microsoft, da sua própria maneira quieta e persistente, ele criou produtos, experiências e instituições mágicas, e ao fazer isto, mudou o mundo. Eu aprendi muito com ele – com sua inquietude, curiosidade e seu impulso por altos padrões são coisas que vão continuar inspirando a mim e a todos nós da Microsoft. Nossos corações estão com a família de Paul e suas pessoas amadas. Descanse em paz.”

O CEO da Vulcan Inc., Bill Hilf, assinou uma nota em nome da empresa e também dos Seahawks e dos Blazers: “Todos nós que tivemos a honra de trabalhar com Paul sentimos hoje uma perda impossível se ser expressada. Ele tinha um intelecto incrível e uma paixão para resolver alguns dos problemas mais difíceis do mundo, com a convicção de que o pensamento criativo e novas formas de lidar com os problemas poderiam causar um impacto profundo e duradouro. Milhões de pessoas foram tocadas por sua generosidade, sua persistência em buscar um mundo melhor, e seu impulso para concretizar o máximo que ele podia com o tempo e recursos ao seu dispor.”

Antes de concluir, o CEO garantiu que não existem planos para mudar nada na Vulcan, nem nos institutos de pesquisa e museus que ela mantém. “Hoje nós velamos nosso chefe, nosso mentor e nosso amigo para quem 65 anos foram muito curtos – e reconhecemos a honra que foi trabalhar ao lado de alguém cuja vida transformou o mundo.”

No site do Allen Institute, o CEO Allan Jones também deixou seu lamento: “A visão e a intuição de Paul foram uma inspiração para mim e para muitos outros aqui no Instituto que leva o seu nome, e em uma miríade de outras áreas que fazem parte do seu fantástico universo de interesses. Sua falta será duramente sentida. Nós honramos seu legado hoje e a cada dia no longo futuro do Allen Institute, ao levar adiante nossa missão de enfrentar os problemas difíceis em biociência e fazer uma diferença significativa em seus campos respectivos.”

A família de Paul Allen, através de sua irmã Jody, também pronunciou todo o seu pesar: “Meu irmão era um indivíduo fantástico em todos os níveis. Enquanto muitos conheciam Paul Allen como filantropista e tecnólogo, ele para nós era um irmão e um tio muito amado, além de um amigo excepcional. A família e os amigos de Paul foram abençoados com sua inteligência, seu calor, sua generosidade e sua preocupação profunda. Com todas as demandas da sua agenda, ele sempre tinha tempo para sua família e amigos. Nessa hora de perda e tristeza para nós – e tantos outros – estamos profundamente gratos pelo cuidado e preocupação que ele demonstrava todo dia.”

Entre suas contribuições para o mundo da tecnologia, Allen deixou 74 patentes registradas em seu nome.

Portland Trail Blazers

Paul Allen comprou o Trail Blazers em 1988 por US$ 70 milhões, e se comprometeu a manter a franquia na cidade. Nos primeiros anos, sucesso total, com duas participações em finais, mas depois, o time caiu de produção. A arena que construiu para os Blazers acabou se mostrando deficitária, por contar com parceiros que cobravam juros muito altos. Ele chegou a pensar em vender o time, mas acabou desistindo, e passou a tratar os Blazers mais como um negócio e não como um hobby. Ele comprou a Arena Rose Garden dos seus credores e os Blazers entraram no rumo certo (ainda que não tenham tido o mesmo sucesso dos Seahawks).

Seattle Seahawks

9 anos depois de comprar um time na NBA, Allen resolveu investir no time da NFL da sua cidade natal Seattle, que estava em apuros. Em 1997, a franquia estava quase sendo vendida e tinha praticamente se mudado para Anaheim, Califórnia, quando foi salva do triste destino por Paul G. Allen, que comprou o time por US$ 194 milhões. No site dos Seahawks, o ex-jogador Walter Jones conta sobre sua experiência com Allen. A franquia retribuiu todo o investimento e carinho de Allen, e certamente deu uma das maiores alegrias de sua vida ao conquistar o Super Bowl de 2014.

Jimi Hendrix e a guitarra

Allen era fã de longa data de outro filho famoso de Seattle, o mago das guitarras Jimi Hendrix, e ajudou sua família a vencer uma feroz batalha judicial pelos seus direitos póstumos. Pois é, apesar de ser indiscutivelmente o maior guitarrista de todos os tempos, Hendrix era um péssimo homem de negócios, do tipo que assinava qualquer coisa sem ler direito, e assim, depois de sua morte, os direitos sobre sua obra ficaram com um produtor, e não com a sua família.

Foi Paul Allen que emprestou o dinheiro para que o pai de Hendrix, Al e sua irmã Janie entrassem na justiça para lutar pelos direitos das músicas e gravações, uma história que teve um final feliz em 1995. O mais legal é que caso esta disputa não fosse vitoriosa, a família de Hendrix não precisaria devolver os US$ 5 milhões que foram investidos por Allen na época.

Mas Allen era mais que um simples fã. Como Quincy Jones garantiu no começo deste ano, Allen tocava guitarra e cantava como Jimi Hendrix. Não sei se chegava a tanto, mas ele certamente não fazia feio com a guitarra nas mãos, e pra quem duvida dos talentos musicais do co-fundador da Microsoft, é só conferir um dos seus solos aqui, em um show em Seattle em 2012.

Uma curiosidade é que sempre que viajava, Allen levava com ele uma banda para o acompanhar, caso ele sentisse vontade de tocar e fazer uma jam session. Na festa de comemoração pela vitória do Seahawks no Super Bowl alguns anos atrás, Allen deu um show com sua banda e a participação de vários convidados.

Allen definitivamente vai fazer muita falta, e a cidade de Seattle certamente sentirá muito a partida de um dos seus cidadãos mais famosos, e também um dos seus maiores patronos. Allen gostava muito de apostar em sua cidade, e também era sócio do time de futebol Seattle Sounders FC da MLS. Ao saber que o antigo Cinerama iria fechar as portas, o comprou e reformou completamente, incluindo novos projetores 4K e um sistema de som de última geração.

Ainda não se sabe qual o destino das franquias esportivas de Paul Allen, mas especula-se que tanto o Seahawks quanto o Trail Blazers possam ser vendidos, pois possivelmente não interessam tanto aos únicos herdeiros de Allen, que são a sua irmã Jody e os filhos dela.

Paul G. Allen era alguém que sabia viver a vida, e que também tinha o grande mérito de apoiar e investir nas coisas que amava. Além de suas contribuições para a ciência e tecnologia, do seu ótimo gosto musical e do talento como guitarrista, Paul também tinha uma belíssima coleção de aviões, iates como o Octopus, de 416 pés, e uma extensa coleção de obras de arte de grandes artistas, avaliada em mais de US$ 750 milhões.

Quem dera todos os bilionários fossem assim como Paul Allen e seu velho sócio e amigo Bill.

O post Descanse em paz, Paul Allen, e muito obrigado pelos peixes apareceu primeiro em Meio Bit.

2019 será o ano do… Winamp

MeioBit - Tue, 16/10/2018 - 09:03

Houve uma época em que a gente não baixava discografias. O meio mais rápido de conseguir MP3 era ripando CDs: em pouco menos de uma hora, se seu Pentium fosse rápido, você conseguia converter as faixas, aí era só escutar. No PC, claro, iPods eram sonhos molhados na mente de Steve Jobs. Os programas, eram vários, alguns odiados, como o Windows Media Player, outros com bons fã-clubes mas a unanimidade eram o WinAmp.

Escrito por 2 estudantes, o software foi lançado em 1997 e logo se popularizou. Alguns milhões de downloads depois, em 1999 foi comprado pela AOL por US$ 80 milhões, que hoje em dia soa como troco de pinga mas foi antes da bolha da internet, naquela época os investidores ainda faziam avaliações realistas.

Enquanto a AOL não sabia o que fazer com o Winamp os usuários se divertiam. Estimo que só uns 5% do software eram usados para ouvir música, os outros 95% a gente estava editando album art, caçando skins, experimentando visualizadores e organizando a biblioteca de MP3, coisa que eu PRECISO fazer assim que tiver um tempo.

Ele chegou a ter versões DOS, Windows, Mac, Android e quase Linux, mas em 2013 a AOL descobriu que estava basicamente morta, e não fazia sentido gastar dinheiro mantendo o Winamp no ar; anunciaram a morte do programa, que tentou até — pasmem — vender conteúdo pra sobreviver. Plot twist: não fecharam o Winamp, ele foi vendido para a Radionomy, um agregador de rádios online belga.

Com o Winamp disponível para download mas sem nenhuma mudança, seu destino permaneceu um mistério até ontem, quando o TechCrunch deu o furo: o beta vazado em 2018, da versão 5.8 será liberado em 18 de outubro e a versão 6 sairá em 2019, com um monte de mudanças.

Ele agregará áudio de arquivos locais, da nuvem, podcasts, streamings e rádios online. O racional é que não há uma ferramenta que faça isso realmente bem, e é verdade. Os players padrão são horríveis, cada um puxa a brasa pra sua própria loja e tratam com má-vontade usuários que organizam a própria mídia.

Mesmo não exatamente no auge, Winamp tem uma média de 100 milhões de usuários/mês, então se oferecerem essa experiência integrada que prometem, vão faturar horrores. Eu mesmo já estou na fila.

Fonte: TechCrunch.

 

O post 2019 será o ano do… Winamp apareceu primeiro em Meio Bit.

SEGA estava desenvolvendo um remake do Shenmue

MeioBit - Tue, 16/10/2018 - 08:30

Em agosto passado a SEGA realizou o sonho de muitos fãs ao lançar o Shenmue I & II. Funcionando como remasterizações dos seus dois clássicos, o pacote nos permite jogar em aparelhos mais modernos aqueles títulos que ficaram na memória de algumas pessoas, mas por mais que isso pudesse ser motivo para muita comemoração, houve quem não ficasse satisfeito com o relançamento.

O problema é que por se tratar de jogos lançados há quase duas décadas, apenas dar uma melhorada nas texturas e entregá-los em Full HD pode não parecer suficiente e apesar dos gráficos destas versões serem visivelmente bem mais “limpos” que os originais, alguns jogadores não gostaram muito do resultado. Eis que para o desespero dessas pessoas, o que não sabíamos era que a SEGA planejava refazer o primeiro Shenmue.

Como pode ser visto em um vídeo publicado pelo Digital Foundry, o remake estava sendo desenvolvido pelo estúdio britânico d3t, o mesmo que ficou responsável pela remasterização e ele contaria com melhorias visuais em diversas partes. Da iluminação até os efeitos de sombra, passando ainda por uma vegetação mais realista e texturas bem melhores, o jogo deveria contar com cenários e personagens muito mais detalhados, fazendo com que o título ficasse bem mais parecido com o que tem sido produzido atualmente.

Contudo, em algum momento de 2017 a SEGA decidiu cancelar o projeto devido a contenção de despesas e constantes adiamentos que a produção vinha sofrendo. O foco então passou a ser remasterizar os dois primeiros jogos da franquia, o que como bem sabemos, aconteceu.

Pois na minha opinião, o Shenmue I & II pode até não ser o que preferíamos, mas pelo menos aqueles jogos tão espetaculares se tornaram mais acessíveis e ainda passaram a servir como uma ótima forma de passarmos o tempo até a chegada do tão aguardado Shenmue III.


DigitalFoundry — Revealed: Sega’s Cancelled Shenmue Remake – With Fully Updated Graphics!

E em nota levemente relacionada, esta semana a SEGA divulgou um extenso relatório de vendas (PDF) e nele podemos ver como as marcas da empresa têm se saído nas últimas décadas. Bastante detalhado, o documento é praticamente um banquete para quem gosta de saber os bastidores financeiros das empresas e não há como deixar de comentar o desempenho da franquia Sonic.

De acordo com a editora, desde que o ouriço azul fez a sua estreia no Mega Drive, lá em 1991, mais de 800 milhões de cópias foram vendidas, número que deixa ainda mais evidente a importância da marca não só para a SEGA, mas para a indústria como um todo.

No relatório também podemos ver outras séries que vem registrando desempenhos muito bons ao longo dos anos, como a Puyo Puyo, com 27 milhões de unidades vendidas; a Yakuza com 11 milhões; a Total War com 22 milhões e a Football Manager com 18 milhões. Destaque também para as franquias PersonaShin Megami Tensei, que respectivamente venderam 9,3 milhões e 12,5 milhões de cópias.

Tudo isso serve para indicar que a decisão da SEGA de abandonar a fabricação de consoles acabou se mostrando acertada e se por vários anos após o fim do Dreamcast a companhia patinou, agora ela parece ter uma condição financeira bem confortável. Porém, ainda acho que o melhor de tudo é ver uma das maiores lendas da indústria colocando constantemente vários bons jogos no mercado.

Fonte: Videogamer.

O post SEGA estava desenvolvendo um remake do Shenmue apareceu primeiro em Meio Bit.

New iPhone Bug Gives Anyone Access to Your Private Photos

THN - Tue, 16/10/2018 - 04:54
A security enthusiast who discovered a passcode bypass vulnerability in Apple's iOS 12 late last month has now dropped another passcode bypass bug that works on the latest iOS 12.0.1 that was released last week. Jose Rodriguez, a Spanish amateur security researcher, discovered a bug in iOS 12 in late September that allows attackers with physical access to your iPhone to access your contacts

Chrome, Firefox, Edge and Safari Plans to Disable TLS 1.0 and 1.1 in 2020

THN - Mon, 15/10/2018 - 15:43
All major web browsers, including Google Chrome, Apple Safari, Microsoft Edge, Internet Explorer, and Mozilla Firefox, altogether today announced to soon remove support for TLS 1.0 (20-year-old) and TLS 1.1 (12-year-old) communication encryption protocols. Developed initially as Secure Sockets Layer (SSL) protocol, Transport Layer Security (TLS) is an updated cryptographic protocol used to

A piada dos Jovens Titãs virou realidade: vem aí a série do Alfred

MeioBit - Mon, 15/10/2018 - 15:43

O desenho Teen Titans Go é ótimo pra identificar gente que leva gibi a sério demais. Quem não leva se diverte horrores, o que mais ouvi foi relato de pai que levou os filhos e riu mais que eles, tanto que o longa desse adorável bando de retardados teve um orçamento de US$ 10 milhões e já faturou US$ 51 milhões. Quase 25% do que faturou a versão das manas do Ghostbusters, que custou US$ 144 milhões. Disso tudo a única coisa perturbadora mesmo é perceber que uma das piadas do filme, zoando a proliferação de franquias de heróis, virou realidade.

Na cena, que pode ser vista no trailer todo mundo na DC ganha um filme, mesmo os personagens mais obscuros, menos o Robin. Então apresentam um trailer do melhor amigo do Batman, Robin fica todo animado mas o filme é sobre… Alfred. Completando a piada os outros Titãs dizem que parece ser legal, e assistiriam.

A piada de que a indústria está raspando o fundo do tacho não é de hoje, em Jay and Silent Bob Strike Back, de 2001 Kevin Smith já brincou que como todas as franquias boas já haviam sido compradas pelos estúdios, só restava filmarem o gibi de Bluntman & Chronic.

OK, o “filme” de Bluntman & Chronic tinha seus méritos, o vilão — Cocknocker — era ninguém menos que Mark Hamill, e eles ainda descobriram a única forma viável de lidar com trolls de internet.


Movieclips — Jay and Silent Bob Strike Back (12/12) Movie CLIP – Cocknocker! (2001) HD

Já a DC, continua a mesma, com seu universo dark e sofrido agora contaminando as produções televisivas também, foi com imenso alívio que cancelaram Powerless, e a sorte das séries dela na CW é que ninguém assiste a CW, somente meia-dúzia de fãs, ou já teriam passado a faca em Legends of Tomorrow por excesso de alegria gibizesca.

O pior: eles insistem em lançar novas séries sem tocar na sua santíssima trindade, Super-Homem nem sei como apareceu em Supergirl, talvez por ser inevitável, mas Mulher-Maravilha nem mencionam e Batman parece pura heresia citar o nome, é quase como desenhar Maomé.

Ainda assim eles insistem em ordenhar o universo cinematográfico desses personagens, sem mostrá-los. O resultado é uma série como Gotham, onde todo mundo aparece menos o Batman. Pombas, ninguém quer acompanhar as aventuras do detetive Gordon, e sim do Cruzado Embuçado. Do mesmo jeito que ninguém quer saber de Krypton, uma série que transforma um mundo utópico e uma distopia anos 70, e passado no tempo do bisavô do Super-Homem.

Sem dar ouvidos a ninguém, a DC insiste, e vai substituir Gotham depois de cinco temporadas por… Pennyworth.

A série acompanhará as aventuras de Alfred Pennyworth, um ex-membro de forças especiais em Londres, nos anos 60 onde ele conhecerá Thomas Wayne e viverão altas aventuras na maior adrenalina. Você sabe, tudo que todo mundo quer assistir, não essa bobagem de uma série com Batman detetive, ou uma série do Questão, ou talvez Livros de Magia. Nah, é Alfred que todo mundo quer, disse ninguém.

Ao menos espero que dessa pataquada saia um crossover com o maior embate do século: a luta Alfred vs Jarvis!

Fonte: SyFy.

O post A piada dos Jovens Titãs virou realidade: vem aí a série do Alfred apareceu primeiro em Meio Bit.

Pages

Subscribe to Shiga Tecnologia aggregator